La ansiedad durante las competiciones de karate: un aspecto importante de la preparación psicológica
Resumen
El objetivo de este estudio fue investigar los niveles de ansiedad y autoconfianza en 55 karatecas de ambos sexos, con edades comprendidas entre los 18 y los 64 años. Se utilizó el cuestionario CSAI-2R. Los resultados no mostraron diferencias significativas en la ansiedad cognitiva, la ansiedad somática ni los niveles de autoconfianza al considerar los diferentes factores analizados. Sin embargo, se encontró una fuerte correlación entre la ansiedad cognitiva y la somática, lo que indica que estas variables están directamente interrelacionadas. La autoconfianza no mostró una correlación significativa con ningún tipo de ansiedad. La consistencia interna de las escalas fue adecuada, y la subescala de autoconfianza mostró una correlación ítem-total ligeramente inferior en comparación con las demás. Se concluyó que, a pesar de los bajos niveles de ansiedad observados en la muestra, las intervenciones dirigidas a reducir la ansiedad cognitiva pueden ser eficaces para controlar la ansiedad general. El estudio destaca que los deportistas que logran mantener un equilibrio entre la activación y la autoconfianza tienden a tener un mejor rendimiento, lo que refleja la curva propuesta por la Teoría de la U Invertida. Esta teoría explica los resultados observados en el estudio con karatecas, especialmente en lo que respecta al impacto de la ansiedad y la autoconfianza en el rendimiento. Además, variables como el tiempo de práctica y la experiencia competitiva no influyeron directamente en los niveles de ansiedad ni de autoconfianza.
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