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Comparação das respostas hemodinâmicas entre os exercícios 

contra resistência e cardiorrespiratórios para indivíduos hipertensos

Comparación de las respuestas hemodinámicas entre los ejercicios 

contra resistencia y cardiorrespiratorios en individuos hipertensos

Comparison of hemodynamic responses of anaerobic and aerobic exercises for hypertensive subjects

 

*Universidade Trás os Montes e Alto Douro. UTAD, Portugal

**Universidade Presidente Antônio Carlos. UNIPAC, MG

(Brasil)

Mauro Lúcio Mazini Filho* | Patrick Coutinho Silva**

Dihogo Gama de Matos* | André Luiz Zanella*

Ricardo Luiz Pace Júnior* ** | Júlio César Correa Neto Carias* **

Gabriela Rezende de Oliveira Venturini**

zanellasc@hotmail.com

 

 

 

Resumo

          Pretende-se esclarecer através desta revisão que exercícios contra resistência são benéficos para indivíduos hipertensos, tanto quanto os exercícios cardiorrespiratórios. Foi feito uma comparação das alterações fisiológicas que os diferentes tipos de exercícios físicos provocam nos sistemas corporais, inclusive no sistema cardiovascular. Correlações por meio dos artigos analisados, enfatizando os principais benefícios e suas contra indicações para um melhor entendimento. Os níveis tensionais sobem durante o exercício, porém, realizado de forma sistemática contribui para a redução da pressão arterial, tanto de forma crônica quanto de forma aguda, promovendo saúde ao ser humano. Foram comparados estudos da pressão arterial, freqüência cardíaca e duplo produto em exercícios contra resistência e exercícios cardiorrespiratórios, onde ficou constatado menor stress miocárdio com exercícios de força. Comprovou-se que pessoas com hipertensão discreta submetidas a treinamento cardiorrespiratórios podem esperar uma queda média das pressões arteriais (PAs) sistólica e diastólica de 8 a 10 mmHg e de 6 a 10 mmHg, respectivamente, em resposta ao exercício cardiorrespiratório regular. Entretanto nem todos os indivíduos hipertensos respondem ao exercício de resistência dessa forma. Este estudo também busca referencial teórico sobre a importância da manutenção e até mesmo o aumento da força em idosos hipertensos a fim de favorecer a redução dos efeitos deletérios do envelhecimento desse grupo. O treinamento contra resistência visa melhorar a qualidade de vida e a independência para as atividades diárias, derrubando o mito de que esse tipo de treinamento é inadequado e pouco eficiente para esses indivíduos, colaborando assim com a prática dos profissionais que lidam com este grupo. Ou seja, podemos dizer então que a utilização de cargas pode ser viável como treinamento e condicionamento para a população de hipertensos, apenas restringindo-se a cargas altamente elevadas próxima da máxima, que conseqüentemente permitam que a contração muscular se torne estática (sem movimento).

          Unitermos: Hipertensão arterial, exercício cardiorrespiratório, exercício contra resistência

 

Abstract

          This bibliographic review seeks to determine which anaerobic exercises are beneficial for hypertensive subjects, and the same for aerobic exercises. Physiological alterations of diverse bodily systems, including the cardiovascular system, caused by the different types of exercises, were compared. Data obtained from the consulted research papers was used to correlate both, emphasising the most noticeable benefits and the counter-indications, for a better understanding. Levels of tension raise during the exercises, but, if conducted systematically, they are helpful to reduce blood pressure, both chronically and acutely, promoting better health for the subject. Several blood pressure, cardiac frequency and double product in anaerobic exercises and cardio-respiratory studies were compared, showing evidence of lower miocardic stress with anaerobic exercises. It was proved that subjects with slight levels of arterial hypertension, upon being exposed to cardio-respiratory training, might expect a reduction of the average sistolic and diastolic arterial blood pressure of about 8– 10 mmHg and 6–10 mmHg, respectively, in response to regular cardio-respiratory exercise. However, not all hypertensive subjects respond to anaerobic exercise this same way. This study also explores theoretical reference on the importance of keeping, and even increasing the amount of effort in hypertensive subjects of old age, to fight the deleterious effects of aging. Anaerobic training aims at improving quality of life and independence in daily activities, pulling down the myth that this type of training is inadequate and inefficient for these subjects, favouring the practise of the professionals working with this public. Therefore, it may be assumed that the use of weights can be viable as training and conditioning for the hypertensive population, just restricting it to very high weights, close to the maximum, allowing muscle contraction and making it stactic (unmoving).

          Keywords: Arterial hypertension. Cardio-respiratory exercise. Anaerobic exercise

 
http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 14 - Nº 140 - Enero de 2010

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Introdução

    O presente artigo apresenta uma revisão da literatura sobre a comparação entre os exercícios contra resistência e exercícios cardiorrespiratórios para indivíduos hipertensos. Foram observados através dos artigos analisados, os efeitos que ambos os exercícios provocam nos indivíduos com hipertensão arterial. Confrontando os resultados encontrados para que possamos ter um melhor entendimento.

Hipertensão arterial

    A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é mais do que uma simples elevação dos níveis pressóricos. No Brasil, a doença hipertensiva é um dos problemas de saúde pública de maior prevalência na população e representa o maior e mais perigoso fator de risco para a progressão e/ou desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Segundo estatísticas, a HAS é capaz de levar ao óbito, aproximadamente, 40% dos indivíduos acometidos, apresentando altos índices de morbi-mortalidade, pelo acometimento dos chamados órgãos-alvo, tais como o cérebro, o coração, os rins e os vasos sangüíneos, com aumentos na incidência de infarto agudo do miocárdio (IAM), acidentes vasculares encefálicos (AVE), insuficiência cardíaca, e morte súbita (Soter et al, 1998).

    De acordo com Sousa (2000), a hipertensão predispõe o desenvolvimento de doenças cardiovasculares ateroscleróticas, incluindo insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, doença coronariana e doença arterial periférica.

    Segundo Soter et al. (1998), o Segundo Consenso Brasileiro para o Tratamento da Hipertensão Arterial (1994), traz considerações mostrando que cerca de 14 milhões de brasileiros são hipertensos, sendo 15% desse total adultos em idade economicamente ativa, aumentando consideravelmente os custos sociais por invalidez e absenteísmo ao trabalho.

    Em conformidade com o III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial, Mion et al. (2001) sugere que de acordo com, as medidas não-farmacológicas que apresentam eficácia comprovada em diminuir a pressão arterial, são as reduções do peso corporal, da ingestão de sal, do consumo de bebidas alcoólicas e prática regular de exercícios físicos.

Treinamento contra resistência

    De acordo com Polito e Farinatti (2003), o treinamento contra resistência consiste na realização de exercícios utilizando diversos modos de sobrecarga, como pesos, máquinas específicas, elásticos, massa corporal ou outra forma de equipamento que contribua para o desenvolvimento da força, potência ou resistência muscular. Os mesmos autores prosseguem dizendo que esse tipo de treinamento é considerado relativamente seguro para aumentar a força muscular e melhorar a qualidade de vida tanto em adultos saudáveis como em idosos ou portadores de comprometimentos cardiovasculares. Porém é inegável que um melhor conhecimento das respostas cardiovasculares, durante o exercício ou no decorrer do processo de treinamento, pode aumentar a margem de segurança das atividades ministradas.

    Segundo Santarem (1997), os exercícios contra resistência são geralmente realizados com pesos, justificando a expressão genérica "treinamento com pesos". Não se trata de uma modalidade esportiva, mas de uma forma de preparação física, utilizada por atletas em geral, e também em terapêutica, reabilitação, estímulo à saúde, estética e lazer. Atualmente o termo "musculação" costuma ser utilizado para designar o treinamento com pesos.

    Corroborando esta idéia, Mello e Ximenes (2002) complementam dizendo que a musculação e o treinamento de força não eram vistos no passado como benéficos para a saúde e a aptidão física. Tal visão não tinha embasamento científico, era fundamentado somente em raciocínios fisiológicos ou fisiopatológicos. Com o acúmulo de evidências científicas, tais críticas deixaram de ocorrer. Atualmente dispomos de variada documentação que relata os benefícios do exercício com peso para a saúde, inclusive para o sistema cardiovascular.

    A força é um fator importante para as capacidades funcionais. A fraqueza dos músculos pode avançar até que uma pessoa idosa não possa realizar as atividades comuns da vida diária, como as tarefas domésticas, levantar de uma cadeira, varrer o chão, ou até mesmo amarrar um cadarço. É importante manter a força conforme envelhecemos, porque ela é vital para a saúde, a capacidade funcional e a vida independente (NÓBREGA et al, 2003).

Exercícios cardiorrespiratórios

    Os exercícios cardiorrespiratórios são exercícios realizados com intensidade leve a moderada e normalmente com tempo de duração longo, envolvendo grandes grupamentos musculares como, por exemplo, caminhar, correr, pedalar e nadar (MELLO e XIMENES, 2002).

    De acordo com Negrão e Forjaz (1998), não há dúvidas quanto aos efeitos benéficos do exercício cardiorrespiratório praticado regularmente sobre a pressão arterial. No entanto, estudos bastante recentes mostram que esta queda pressórica depende, em grande parte, da intensidade do treinamento físico. Enquanto o treinamento físico de baixa intensidade, isto é, aquele realizado em torno de 50-55% do consumo máximo de oxigênio atenua, sobremaneira, a hipertensão arterial, o treinamento físico de alta intensidade não modifica a hipertensão arterial.

    Segundo Novaes e Vianna (2003, p.100), pesquisas do American College of Sports Medicine concluíram que as pessoas com hipertensão discreta podem esperar uma queda média das PAs sistólica e diastólica de 8 a 10 mmHg e de 6 a 10 mmHg, respectivamente, em resposta ao exercício cardiorrespiratórios regular.

Exercício cardiorrespiratórios e a hipertensão arterial sistêmica

    O desenvolvimento tecnológico decorrente da industrialização, a formação e a urbanização das grandes metrópoles trouxeram conseqüências, ligadas diretamente à saúde da população. Uma comunidade que, outrora, era naturalmente dinâmica, e sujeita a poucos fatores estressantes, passa a conviver com problemas relacionados com a inatividade física, dentre eles, a obesidade, a hipercolesterolemia, a ansiedade e a hipertensão arterial (SOTTER et al, 1998).

    Os mesmos autores acrescentam dizendo que no final da década de 60, o Dr. Kenneth H. Cooper, partindo de experiências pessoais, deu início a questionamentos e pesquisas, que tentavam correlacionar doenças cardíacas com o sedentarismo, a obesidade e os maus hábitos alimentares. Desenvolveu estudos, enfatizando o papel dos exercícios cardiorrespiratórios, na melhora do condicionamento físico, na promoção da saúde, na busca do bem-estar total, através do equilíbrio perfeito, entre a prática regular de atividade física, da dieta balanceada, do repouso e alívio de tensões.

    Uma motivação a realização na confecção deste manuscrito foi o fato de observar que ainda existem muitas dúvidas e questionamentos referentes ao assunto. Outro motivo seria sua relevância, uma vez que indivíduos hipertensos podem ter como forma de preparação física um exercício que é sabidamente aconselhável. Desta forma pretende-se esclarecerem equívocos e hesitações de alguns profissionais da área de saúde, com relação à prescrição de exercícios contra resistência para hipertensos.

    A partir dessa premissa, pretende-se demonstrar e esclarecer através desta revisão que exercícios contra resistência são benéficos para indivíduos hipertensos, tanto quanto os exercícios cardiorrespiratórios. Alterando com o tempo a concepção de que esta forma de preparação física é proibida ou perigosa ao ponto de evitar sua aplicabilidade em portadores de hipertensão arterial.

Desenvolvimento

    De acordo com o American College of Sports Medicine (2002), as pessoas com hipertensão discreta podem esperar uma queda média das PAs sistólica e diastólica de 8 a 10 mmHg e de 6 a 10 mmHg, respectivamente, em resposta ao exercício cardiorrespiratório regular.

    No entanto outros autores como Powers e Howley (2004) na revisão de Kaplan, indicam que o exercício cardiorrespiratório está associado a uma redução de 10 mmHg da pressão arterial de repouso de indivíduos hipertensos. Entretanto, a magnitude da redução está inversamente relacionada à pressão arterial anterior ao treinamento. Embora nem todos os indivíduos hipertensos respondam ao exercício cardiorrespiratório dessa forma, ele é amplamente recomendado, pois ocorrem outras alterações que reduzem o risco de doença coronária, mesmo se a pressão arterial não for reduzida.

    Segundo Santarém (1997a), a antiga recomendação de 20 a 60 minutos de atividade contínua, com freqüência cardíaca entre 60 e 90% da FCM, três ou mais dias por semana, embora necessárias para levar à uma melhor capacidade cardiorrespiratória, não é necessária para estimular a saúde das pessoas. Os efeitos salutares são da mesma ordem de grandeza mesmo quando a atividade física é interrompida, e sem a manutenção de uma freqüência cardíaca alvo. Isto se aplica diretamente aos exercícios contra resistência, ao trabalho braçal, e muitas atividades do cotidiano e de lazer. O parâmetro de atividade física que se identificou como o mais relacionado com os efeitos salutares foi o gasto calórico. As novas recomendações preconizam um mínimo de atividade diária equivalente a 200 Kcal, independentemente do tipo de metabolismo energético e outros fatores. O texto também reconhece a importância do desenvolvimento da força e da flexibilidade para a qualidade de vida, principalmente no caso de pessoas idosas.

    Admite-se que as alterações perigosas da freqüência cardíaca e da pressão arterial apresentadas por idosos em esforços comuns da vida diária somente pode ser evitadas com o aumento da força muscular. O mecanismo envolvido é a relação direta existente entre o número de fibras musculares ativadas nas tarefas, a intensidade do esforço, e as repercussões hemodinâmicas. Quando uma pessoa aumenta sua força muscular passa a realizar tarefas específicas com menor número de fibras. Conseqüentemente diminui a intensidade do esforço e também as alterações de freqüência cardíaca e de pressão arterial (SANTAREM, 1997b).

    A elevação moderada da pressão arterial, segundo Guyton (1993), causa redução da expectativa de vida, podendo gerar vários problemas de saúde, tais como:

  1. Cardiopatias congestivas, cardiopatias coronárias, ou ambas e conseqüentemente ataque cardíaco;

  2. Infarto cerebral, clinicamente chamado de “acidente vascular cerebral”, podendo causar paralisia, demência, cegueira, ou vários outros distúrbios cerebrais graves;

  3. Insuficiência renal, uremia e morte.

    Entretanto, Santarém (1997a), sugere que como em toda forma de atividade física, a pressão arterial se eleva também nos exercícios contra resistência, mas dentro de limites seguros, mesmo com cargas elevadas, desde que não se realizem contrações isométricas em apnéia. Devido ao caráter interrompido do treinamento, a freqüência cardíaca eleva-se em níveis discretos. O resultado é um duplo produto de baixo risco cardíaco. Deve ser lembrado que o aumento de pressão arterial melhora a oferta de oxigênio para o miocárdio, enquanto que a elevação da freqüência cardíaca aumenta o consumo. Corroborando este pensamento, Benn et al. (1996), determinaram que alguns minutos de caminhada em esteira com leve inclinação induzem maior stress cardiocirculatório do que o treinamento com pesos com sobrecarga para hipertrofia (no caso 75 % da carga máxima).

    Contudo, pesquisas de Soter et al. (1998), analisando o estudo de Grassi (1992), constataram que diversos trabalhos ressaltam as reduções na PA e na FC, que acompanham o treinamento físico, e as associam, não somente a uma redução nos níveis plasmáticos de catecolaminas, como, também, a um aumento no tônus vagal. Esta redução realmente significava um decréscimo na descarga nervosa simpática, isso foi verificado em seu estudo, onde se avaliou o efeito do treinamento cardiorrespiratório na atividade simpática. Por microneurografia, realizada antes e após um treinamento de 10 semanas, e que elevou o VO2 em 10%, ficou demonstrada a evidência direta de queda da PAS e da PAD, pela redução na atividade nervosa simpática de repouso. Além disso, esses autores constataram que o efeito anti-hipertensivo do treinamento, rapidamente desaparecia, quando o programa de exercício físico era interrompido, ressaltando a importância de se manter o treinamento regularmente.

    Os mesmos autores prosseguem dizendo que embora a quantidade mínima de exercícios necessários para se alcançar os efeitos benéficos à saúde, com a queda da PA, ainda esteja para ser definida, autores, como Pescatelo (1991) e Reaven (1991), concordam que atividades físicas de baixa intensidade (40 a 50% do VO2 máx.) parecem ser tão efetivas, quanto exercícios moderados (70% do VO2 máx.), em reduzir os níveis pressóricos, de hipertensos leves. Atividades de lazer pode ser um caminho efetivo e seguro para a redução do risco de doenças coronarianas, em mulheres idosas, apresentando grande impacto na Saúde Pública.

Considerações finais

    De acordo com a bibliografia explorada, fica claro como é importante incluir o treinamento de força na rotina das pessoas, inclusive de idosos, mesmo aqueles acometidos pela hipertensão. Os exercícios contra resistência assim como os cardiorrespiratórios apresentam um potencial benéfico para indivíduos hipertensos. Conciliar ambos seria uma estratégia interessante já que os movimentos mais comuns do dia-a-dia são um misto de atividades físicas aeróbias e anaeróbias. O potencial benéfico do exercício contra resistência sobre o sistema osteomuscular indica que ele seja incluído no treinamento de hipertensos, como complemento ao exercício aeróbio. É correto dizer que o treinamento contra resistência resulta em aumentos significativos na massa muscular, na hipertrofia das fibras musculares, na densidade óssea e nos aperfeiçoamentos no desempenho relacionados à força, conseqüentemente melhorando a qualidade de vida, proporcionando maior independência para os mesmos. Além disso, o aumento da pressão que ocorre durante os exercícios com pesos foi considerado discreto até mesmo com cargas submáximas, sem causar-lhes nenhum prejuízo. Contudo, deve-se atentar a cuidados especiais com esse grupo. O treinamento físico deve, entre outras coisas, preparar as pessoas para viverem de forma melhor e mais hábil. Os exercícios contra resistência além de potencializarem a conquista deste objetivo, têm grande segurança cardiovascular para indivíduos hipertensos, deste que bem controlados e orientados.

    Para uma melhor profilaxia e uma maior segurança aos idosos que forem submetidos ao treinamento contra resistência, os mesmos deverão iniciar exercícios de força em intensidades seguras baseadas nos posicionamentos do ACSM e da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

    O importante é estarmos cientes que este é um campo de investigação onde a ciência avança com o tempo e novas evidências podem ser esclarecidas de acordo com os descobrimentos dos experimentos futuros.

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