Lecturas: Educación Física y Deportes | http://www.efdeportes.com

ISSN 1514-3465

 

Relação entre percepção de esforço e índices 

antropométricos em idosas durante treinamento em circuito

Relationship between Perceived Exertion and 

Anthropometric Indices in Older Adults during Circuit Training

Relación entre el esfuerzo percibido y los índices antropométricos 

en mujeres mayores durante el entrenamiento en circuito

 

Marckson da Silva Paula*

profmarckson@gmail.com

Neilson Duarte Gomes**

neilsondg@hotmail.com

Nilber Soares Ramos***

nilber123@yahoo.com.br

Sérgio Felipe Cardoso da Costa****

sergiocardoso166@gmail.com

Josemar Fonseca Lima+

josemarreal@hotmail.com

Wesley Mascarenhas dos Santos++

contatowesleymascarenhas@gmail.com

Ronaldo Lins Meira+++

ronaldolinsmeira18@gmail.com

Luciano Lima dos Santos++++

luciano.pentatlo@hotmail.com

Jani Cléria Pereira Bezerra+++++

j.cleria@gmail.com

 

*Pós-graduado em treinamento desportivo e fisiologia do exercício

Universidade Castelo Branco (UCB)

Mestrando em Biociências

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

**Graduado em Educação Física

Centro Universitário da Cidade (UNIVERCIDADE)

Pós-graduando em treinamento desportivo

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

***Graduação em Educação Física

Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM)

Pós-graduado em treinamento desportivo e fisiologia do exercício (UCB)

****Graduado em Educação Física

Centro Universitário Moacir Sreder Bastos (UniMSB).

Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM).

+Pós-graduando em treinamento desportivo (UFRJ)

++Mestre em Ciências da Reabilitação (UNISUAM)

+++Mestre em Saúde e Ambiente

Universidade Tiradentes (UNIT)

++++Doutorando em Ciências do Exercício e do Esporte

Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

+++++Doutora em Enfermagem e Biociências Janeiro (UNIRIO)

Doutora em Medicina do Esporte

Universidad Católica Nuestra Señora de la Asunción

Doutora em Saúde Pública

Universidad Internacional Tres Fronteras

(Brasil)

 

Recepción: 27/09/2025 - Aceptación: 09/02/2026

1ª Revisión: 16/12/2025 - 2ª Revisión: 06/02/2026

 

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https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.pt

Cita sugerida: Paula, MS, Gomes, ND, Ramos, NS, Costa, SFC, Lima, JF, Santos, WM, Meira, RL, Santos, LL, e Bezerra, JCP (2026). Relação entre percepção de esforço e índices antropométricos em idosas durante treinamento em circuito. Lecturas: Educación Física y Deportes, 30(334), 137-152. https://doi.org/10.46642/efd.v30i334.8570

 

Resumo

    O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o índice de massa corporal (IMC), o percentual de gordura (% G) e a percepção subjetiva de esforço (PSE) em idosas durante uma sessão de treinamento em circuito (TEC). Participaram 21 mulheres, com idade média de 64,8±3,5 anos, IMC de 29,1±5,2 kg/m² e % G de 44,2±6,6 %. O protocolo consistiu em uma sessão de 45 minutos de TEC, composta por seis exercícios com peso corporal, realizada em ambiente aberto (25 °C; 70 % de umidade). A PSE foi registrada pela escala OMNI aos 15 (4,5±2,0), 30 (5,3±2,2) e ao final da sessão (5,6±2,7). A análise estatística utilizou correlação de Pearson, com nível de significância de 5 %. Os resultados mostraram aumento progressivo da PSE ao longo da sessão, indicando intensidade moderada de esforço. Observou-se forte correlação positiva entre IMC e % G (r=0,97; p<0,001), mas não foram identificadas correlações significativas entre esses índices e a PSE nos diferentes momentos avaliados. Contudo, houve tendência de correlação negativa moderada entre % G e PSE aos 30 minutos (r=-0,42; p=0,053), sugerindo que participantes com maior adiposidade perceberam menor esforço nesse ponto. Conclui-se que, embora não tenha sido verificada relação direta entre índices antropométricos e percepção de esforço, fatores contextuais como idade, protocolo e ambiente de prática podem influenciar as respostas perceptivas. Esses achados reforçam a importância do uso da PSE como ferramenta complementar na prescrição de exercícios para idosas.

    Unitermos: Idosos. Exercícios em circuitos. Percepção de esforço.

 

Abstract

    The aim of this study was to investigate the relationship between body mass index (BMI), body fat percentage (% BF), and ratings of perceived exertion (RPE) in older women during a circuit training session (CTS). Twenty-one women participated, with a mean age of 64.8±3.5 years, BMI of 29.1±5.2 kg/m², and %BF of 44.2±6.6 %. The protocol consisted of a 45-minute CTS session, comprising six bodyweight exercises, performed in an outdoor environment (25 °C; 70 % humidity). RPE was recorded using the OMNI scale at 15 minutes (4.5±2.0), 30 minutes (5.3±2.2), and at the end of the session (5.6±2.7). Statistical analysis was conducted using Pearson’s correlation, with a significance level set at 5 %. Results showed a progressive increase in RPE throughout the session, indicating moderate exercise intensity. A strong positive correlation was observed between BMI and % BF (r=0.97; p<0.001), but no significant correlations were identified between these indices and RPE at the different time points assessed. However, there was a trend toward a moderate negative correlation between % BF and RPE at 30 minutes (r=-0.42; p=0.053), suggesting that participants with higher adiposity perceived less exertion at this stage. It is concluded that, although no direct relationship was found between anthropometric indices and perceived exertion, contextual factors such as age, protocol, and exercise environment may influence perceptual responses. These findings reinforce the importance of using RPE as a complementary tool in exercise prescription for older women.

    Keywords: Aged. Circuit-based exercise. Perceived exertion.

 

Resumen

    El objetivo fue investigar la relación entre el índice de masa corporal (IMC), el porcentaje de grasa corporal (% GC) y las percepción subjetiva de esfuerzo (PSE) en mujeres mayores durante una sesión de entrenamiento en circuito (EEC). Participaron veintiuna mujeres, de 64,8±3,5 años, IMC 29,1±5,2 kg/m² y % GC 44,2±6,6 %. El protocolo consistió en una sesión de EEC de 45 minutos, compuesta por seis ejercicios de peso corporal, realizados en un entorno exterior (25 °C; 70 % de humedad). El PSE se registró utilizando la báscula OMNI a los 15 minutos (4,5±2,0), 30 minutos (5,3±2,2) y al final de la sesión (5,6±2,7). El análisis estadístico se realizó utilizando la correlación de Pearson, con un nivel de significancia establecido en el 5 %. Los resultados mostraron un aumento progresivo del PSE a lo largo de la sesión, lo que indica una intensidad de ejercicio moderada. Se observó una fuerte correlación positiva entre el IMC y el % GC (r=0,97; p<0,001), pero no se identificaron correlaciones significativas entre estos índices y el PSE en los diferentes momentos evaluados. Se observó una tendencia hacia una correlación negativa moderada entre el % GC y el PSE a los 30 minutos (r=-0,42; p=0,053), lo que sugiere que los participantes con mayor adiposidad percibida realizaron menos ejercicio en esta etapa. Si bien no se encontró relación directa entre índices antropométricos y esfuerzo percibido, factores contextuales como edad, protocolo y entorno de ejercicio pueden influir en las respuestas perceptivas.

    Palabras clave: Personas mayores. Ejercicio en circuito. Esfuerzo percibido.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 30, Núm. 334, Mar. (2026)


 

Introdução 

 

    O aumento da expectativa de vida tem ampliado a população idosa no mundo, estimando-se que esse grupo corresponda a 2 bilhões de pessoas em 2050 (Silva, Santos, e Santos, 2024). O envelhecimento está associado a alterações fisiológicas, como a perda de massa e força muscular, que comprometem a autonomia funcional. Nesse contexto, a prática de exercícios físicos constitui uma estratégia eficaz para atenuar esses efeitos, promovendo ganhos de massa muscular e manutenção da autonomia. (Camacho et al., 2018; Da Rosa et al., 2019; Romano et al., 2018)

 

    Entre as modalidades de exercício, o treinamento em circuito tem se destacado como uma abordagem eficiente e acessível para idosos. Essa forma de treinamento combina diferentes exercícios realizados em sequência, com foco no desenvolvimento de diversos grupamentos musculares. Além disso, trata-se de um método capaz de promover melhorias na composição corporal, como a redução do peso corporal e da massa gorda, além de atenuar os efeitos do envelhecimento ao minimizar o declínio da força, da resistência muscular e do equilíbrio, fatores diretamente relacionados ao risco de quedas e à manutenção da independência funcional. (Paula et al., 2024)

 

    Para que os benefícios do exercício sejam alcançados de forma segura e eficaz, é fundamental monitorar a intensidade do treinamento (Bonafé, Soares, e Pasqualotti, 2021). A percepção subjetiva de esforço (PSE), inicialmente proposta por Borg, é amplamente utilizada como uma ferramenta simples, de baixo custo e válida para avaliar a carga interna de exercício, especialmente em populações idosas (Borg, 1982; Sobral-Monteiro-Junior et al., 2023). O uso da PSE permite ajustar individualmente a intensidade das sessões, prevenindo sobrecargas excessivas, reduzindo riscos e auxiliando na adesão e progressão adequada do treinamento. (Tiggemann et al., 2021)

 

    Alguns autores destacam a existência de uma relação entre a composição corporal e a percepção subjetiva de esforço (PSE). Evidências sugerem que indivíduos com maior adiposidade apresentam respostas perceptivas menos favoráveis, relatando maior desconforto durante a prática de exercícios físicos. Dessa forma, valores mais elevados de IMC e percentual de gordura tendem a estar associados a percepções de esforço superiores quando comparados a indivíduos com menores índices de adiposidade. (Elsangedy et al., 2018)

 

    Considerando que a composição corporal pode influenciar a percepção de esforço durante o exercício, compreender essa relação é fundamental para otimizar a prescrição de treinamento em idosos. O objetivo desse estudo foi investigar a relação entre IMC, percentual de gordura e percepção subjetiva de esforço em idosas durante uma sessão de treinamento em circuito.

 

Metodologia 

 

Delineamento do estudo 

 

    Trata-se de uma pesquisa quase-experimental com delineamento transversal, conforme descrito por Setia (2016). A condução do estudo observou as recomendações estabelecidas pelas diretrizes STROBE. (Von Elm et al., 2007)

 

Ética da pesquisa 

 

    O presente estudo foi conduzido em conformidade com os princípios éticos estabelecidos na Declaração de Helsinque (World Medical Association, 2013) e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade do Grande Rio Professor José de Souza Herdy (UNIGRANRIO), sob o parecer nº CAAE 89204524.0.0000.5283. A pesquisa seguiu as diretrizes da Resolução nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Todos os participantes receberam informações detalhadas sobre os objetivos e procedimentos do estudo, e concordaram em participar por meio da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), em conformidade com os princípios éticos aplicáveis à pesquisa com seres humanos.

 

Amostra 

 

    A amostra do estudo foi composta por 21 mulheres com idades entre 60 e 70 anos, selecionadas por conveniência entre aquelas já envolvidas nos projetos de prevenção do Geração UPP, que é coordenado pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ).

 

    Os critérios de inclusão determinaram que as participantes deveriam possuir capacidade funcional e cognitiva adequadas para realizar os exercícios e compreender a escala de Percepção Subjetiva de Esforço (PSE). Além disso, era necessário que as participantes estivessem fisicamente ativas há, no mínimo, três meses e apresentassem autorização médica para a prática de exercícios físicos. A participação foi voluntária, com todas as participantes formalizando seu consentimento por meio da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

 

    Por outro lado, foram adotados os seguintes critérios de exclusão: mulheres fisicamente inativas, com contraindicações médicas para a realização de exercícios aeróbicos, fumantes, ou aquelas com doenças cardiovasculares instáveis. Também foram excluídas participantes com limitações osteomusculares graves ou condições neurológicas que pudessem prejudicar a execução segura do protocolo de treinamento em circuito ou a compreensão da escala de PSE.

 

Procedimentos 

 

    Antes de iniciar o treinamento, todos os participantes passaram por avaliações iniciais para determinar sua composição corporal, além de serem introduzidos à escala de Percepção Subjetiva de Esforço (PSE).

 

    Os voluntários foram instruídos a usar roupas confortáveis para a avaliação. O peso foi medido com uma balança de bioimpedância elétrica bipolar OMRON® (HBF-514C), conforme os métodos propostos por Van den Helder et al. (2022), e a estatura foi verificada usando uma trena métrica fixa na parede, com precisão de 0,1 cm, conforme Sampaio et al. (2012). A partir desses dados, calculou-se o Índice de Massa Corporal (IMC), usando a fórmula clássica (peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado), e a classificação foi feita com base nos critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000). A porcentagem de gordura corporal (% G) foi obtida via bioimpedância elétrica bipolar, sendo interpretada segundo os parâmetros de Gallagher et al. (2000).

 

    Em seguida, os participantes foram apresentados à escala OMNI de Percepção Subjetiva de Esforço, adaptada para exercícios resistidos, conforme Robertson et al. (2003). A familiarização foi realizada de forma visual e prática: os valores da escala foram explicados de maneira simples, com ênfase nas extremidades (esforço leve e extremo). A fim de garantir a compreensão, cada participante foi incentivado a associar a percepção de esforço à intensidade do exercício. Exemplos práticos foram fornecidos para garantir que todos usassem a escala corretamente e de forma consistente.

 

    A avaliação da PSE foi feita três vezes durante o treino: aos 15 minutos, 30 minutos e ao final de cada série do circuito, permitindo uma correlação entre a percepção subjetiva e as respostas fisiológicas ao exercício.

 

Protocolo de treinamento em circuito (PTC) 

 

    Neste estudo, optou-se por não utilizar o teste de uma repetição máxima (1RM), já que o treinamento foi baseado exclusivamente em exercícios utilizando o peso corporal. Antes de cada sessão de treinamento, os participantes realizaram um aquecimento de 10 minutos, composto por alongamentos e exercícios de mobilidade articular para preparar o corpo.

 

    Cada sessão teve uma duração total de 45 minutos, sendo realizada em ambientes externos, como quadras e centros esportivos, durante o período entre 7h e 8h da manhã. Durante todo o estudo, as condições ambientais foram monitoradas com um termo-higrômetro digital Hikari® (modelo HTH-241), que registrou uma temperatura média de 25 °C e uma umidade relativa do ar de 70 %.

 

    O protocolo de treinamento consistia em um circuito com seis exercícios, os quais eram realizados em sequência por 60 segundos cada, sem pausas entre eles. Após cada ciclo completo, os participantes tinham um intervalo de 30 segundos para recuperação, momento em que eram monitorados quanto à percepção subjetiva de esforço (PSE). Assim que o intervalo terminava, o circuito era reiniciado, com os mesmos tempos de execução e recuperação, até que os 45 minutos de treino fossem completados. Os exercícios do circuito estão descritos abaixo e podem ser visualizados na Figura 1.

 

Figura 1. Exercícios realizados no protocolo de treinamento em circuito

Figura 1. Exercícios realizados no protocolo de treinamento em circuito

Fonte: OpenArt

  1. Deslocamento frontal com elevação de joelhos: os participantes realizam um movimento dinâmico de caminhada para frente, elevando os joelhos alternadamente até a altura do quadril. Durante o exercício, o tronco deve permanecer ereto e o abdômen contraído. O deslocamento é contínuo, sem pausas entre os passos.

  2. Corrida estacionária (corrida sem deslocamento): neste exercício, realizado na posição ortostática, os participantes executam pequenos saltos no mesmo lugar, elevando os joelhos alternadamente em direção ao peito. Durante o movimento, o tronco se mantém ereto e os pés saem do solo de forma breve, sem deslocamento para frente.

  3. Ponte ventral (prancha): a prancha é um exercício isométrico realizado em decúbito ventral, com o apoio nos cotovelos e nas pontas dos pés. O corpo deve ser mantido em linha reta (ombros, quadris e pés alinhados), com contração do abdômen e glúteos, garantindo estabilidade e fortalecimento do core.

  4. Agachamento livre: movimento de flexão e extensão dos joelhos e quadris de forma controlada e em posição ortostática, simulando o ato de sentar-se e levantar-se sem apoio externo. O tronco permanece ereto, joelhos alinhados aos pés.

  5. Escalador: neste exercício, os participantes flexionam e estendem os joelhos e quadris de maneira controlada, simulando o movimento de sentar-se e levantar-se sem apoio externo. O tronco permanece ereto durante o movimento, com os joelhos sempre alinhados aos pés.

  6. Deslocamento lateral: exercício de movimento contínuo de deslocamento lateral entre dois pontos definidos. Os participantes permanecem em posição ortostática, com o tronco ereto, joelhos levemente flexionados e pés paralelos, realizando o movimento de forma controlada de um lado para o outro.

Inteligência artificial 

 

    Durante a elaboração deste artigo, foram utilizadas ferramentas de Inteligência Artificial (IA), especificamente o ChatGPT® (OpenAI), versão 5, disponível em: https://chat.openai.com/ e Gemini® (Google), versão 2.5 Flash, disponível em: https://gemini.google.com/app, com o objetivo de auxiliar na organização de ideias, aprimoramento da redação científica e tradução de textos. Para a criação da Figura 1, foi utilizada a OpenArt®, disponível em: https://openart.ai/home.

 

    Ressalta-se que todo o conteúdo gerado foi criteriosamente revisado pelo(s) autores, garantindo a fidedignidade das informações e a responsabilidade integral sobre a versão final apresentada.

 

Análise de dados 

 

    Para a análise dos dados, foram aplicadas técnicas de estatísticas descritivas e inferenciais. Inicialmente, os dados de percepção subjetiva de esforço (PSE) foram organizados no software Microsoft Excel®, e, em seguida, analisados no JASP® (versão 0.19.1.0).

 

    Os resultados foram expressos como médias, desvios padrão e valores mínimo e máximo. A normalidade dos dados foi verificada utilizando o teste de Shapiro-Wilk. Como os dados apresentaram distribuição normal, a correlação de Pearson foi utilizada para examinar a relação entre PSE, Índice de Massa Corporal (IMC) e porcentagem de gordura corporal (%G). O nível de significância adotado foi de 5 % (p<0,05).

 

Resultados 

 

    A Tabela 1 apresenta as características descritivas da amostra, composta por 21 mulheres, com idade média de 65 anos. De modo geral, a amostra apresentou sobrepeso, e o percentual de gordura corporal foi classificado como muito alto de acordo com os critérios de Gallagher et al. (2000).

 

Tabela 1. Características descritivas da amostra (n=21)

Variável

DP

Idade (anos)

64,8

3,5

Peso (kg)

74,3

13,6

Estatura (cm)

1,59

0,05

IMC (kg/m²)

29,1

5,2

% G

44,2

6,6

Legenda: X̄: média; DP: desvio padrão; IMC: Índice de Massa Corporal; % G: percentual de gordura corporal.

Fonte: Elaboração própria

 

    Durante a sessão de treinamento em circuito (TEC), observou-se um aumento progressivo da percepção subjetiva de esforço (PSE) entre os participantes (Tabela 2) e indicou uma intensidade “um pouco difícil” ou moderada. A PSE aumentou gradualmente do início ao término do exercício, indicando incremento consistente da percepção de esforço entre as idosas participantes.

 

Tabela 2. Resultados da PSE durante a sessão de TEC (n=21)

Variável

DP

Min

Max

PSE 15 (0-10)

4,5

2,0

2

9

PSE 30 (0-10)

5,3

2,2

2

10

PSE Fin (0-10)

5,6

2,7

2

10

Passagens por circuito

5,7

0,4

5

6

Legenda: X̄: média; DP: desvio padrão; FC: frequência cardíaca; PSE: percepção subjetiva de esforço;

 FC Rep: frequência cardíaca de repouso; FC Fin: frequência cardíaca final; PSE Fin: percepção subjetiva de esforço. 

Fonte: Elaboração própria

 

    Na análise de correlação de Pearson (Tabela 3), verificou-se associação positiva significativa entre o IMC e o percentual de gordura (% G), evidenciando concordância entre esses índices antropométricos em nosso estudo. Por outro lado, não foram observadas correlações estatisticamente significativas entre as variáveis antropométricas (IMC e % G) e a percepção subjetiva de esforço (PSE) nos diferentes momentos analisados. Destaca-se, entretanto, que a relação entre o % G e a PSE aos 30 minutos apresentou uma correlação negativa moderada, próxima ao limiar de significância, sugerindo uma tendência de que indivíduos com maior adiposidade percebam menor esforço nesse ponto do exercício. Em relação às medidas de PSE, constatou-se forte correlação positiva e significativa entre os diferentes tempos de aferição (15, 30 minutos e final), indicando consistência na percepção de esforço ao longo do exercício.

 

Tabela 3. Correlação entre PSE, IMC e % G

Variável 1

Variável 2

r (Pearson)

p-valor

IMC

% G

0,971*

<0,001

IMC

PSE 15

-0,378

0,091

IMC

PSE 30

-0,372

0,097

% G

PSE FINAL

-0,190

0,410

% G

PSE 15

-0,388

0,082

% G

PSE 30

-0,428

0,053

PSE 15

PSE 30

0,802*

<0,001

PSE 15

PSE FINAL

0,658*

0,001

PSE 30

PSE FINAL

0,839*

< 0,001

Legenda: *p<0,05. Fonte: Elaboração própria

 

Discussão 

 

    Este estudo investigou a relação entre o índice de massa corporal (IMC), o percentual de gordura (% G) e a percepção subjetiva de esforço (PSE) em idosas durante uma sessão de treinamento em circuito. Os resultados não indicaram uma relação direta entre os índices antropométricos e a percepção de esforço. No entanto, as participantes com maior adiposidade corporal apresentaram menor percepção de esforço, com tendência à significância ao longo dos 30 minutos da sessão. Esse achado sugere que, nesse contexto específico, a PSE pode refletir predominantemente a carga interna do exercício, e não a composição corporal isoladamente, especialmente em protocolos de treinamento em circuito de caráter submáximo. (Bonafé, Soares, e Pasqualotti, 2021)

 

    Esses resultados contrastam com parte da literatura, uma vez que indivíduos com maior adiposidade corporal tendem a apresentar maior percepção de esforço durante a atividade física. Estudos com indivíduos com sobrepeso e/ou obesidade demonstraram maiores valores de PSE em atividades aeróbicas (Ekkekakis, e Lind, 2006; Elsangedy et al., 2018; Martinez-Amezcua et al., 2019; Salacinski et al., 2023). Contudo, nem todos os estudos apontam uma relação clara entre a percepção subjetiva de esforço e os índices antropométricos. Granja, e Paschoal (2010) observaram que a escala de Borg não foi eficaz para predizer o esforço em crianças obesas e eutróficas, não havendo diferenças significativas entre os grupos, possivelmente devido à dificuldade em traduzir a sensação de esforço em valores numéricos. Resultados semelhantes foram observados por Balasekaran et al. (2014) em adolescentes obesos e eutróficos após teste em cicloergômetro. Em contrapartida, Tompkins et al. (2015) verificaram que crianças obesas apresentaram respostas perceptivas menores do que aquelas com peso normal, reforçando que indivíduos com maior adiposidade nem sempre percebem maior esforço.

 

    A inconsistência dos achados na literatura é reforçada pela revisão sistemática com meta-análise de Yu et al. (2021), que não encontrou diferenças significativas nos escores de PSE entre indivíduos com peso normal e aqueles com sobrepeso ou obesidade. Esses resultados indicam que a relação entre composição corporal e percepção de esforço pode variar conforme as condições do estudo. Nesse sentido, fatores como idade, tipo de protocolo de exercício e características ambientais parecem exercer maior influência sobre a PSE do que o próprio índice de adiposidade, sobretudo em protocolos funcionais e de menor intensidade relativa. (Bonafé, Soares, e Pasqualotti, 2021)

 

    No que se refere aos fatores ambientais, a exposição prolongada ao calor pode causar hipertermia, comprometendo a termorregulação e elevando a PSE (Veneroso, e Mendes, 2015). No presente estudo, a temperatura média foi de 25 °C, com umidade relativa do ar de 70 %. Embora a temperatura não fosse elevada, valores de umidade relativa do ar iguais ou superiores a 52 % podem aumentar o estresse térmico ao dificultar a evaporação do suor. Contudo, esse fator não parece ter influenciado negativamente a percepção subjetiva de esforço das idosas avaliadas, uma vez que os valores de PSE permaneceram relativamente baixos. Resultados semelhantes foram observados por Che Muhamed et al. (2016) e por Rodrigues, Leites, e Meyer (2020), que não encontraram diferenças significativas na PSE em ambientes de alta temperatura.

 

    Outro aspecto relevante diz respeito ao ambiente de prática. As sessões foram realizadas em ambientes abertos, como quadras poliesportivas e espaços esportivos ao ar livre. Evidências indicam que exercícios realizados em ambientes abertos tendem a ser percebidos como menos exigentes, com menor percepção de esforço e maior sensação de relaxamento quando comparados a ambientes fechados, destacando a influência do contexto ambiental sobre a PSE (Li, Lee, e Tsang, 2023). Além disso, intervenções com ginástica e treinamento funcional em circuito demonstram que a menor intensidade característica desses protocolos, especialmente quando baseados em exercícios com peso corporal e acessórios leves, pode limitar respostas perceptivas mais elevadas, mesmo quando a intensidade é monitorada pela PSE. (Camacho et al., 2018)

 

    Adicionalmente, o protocolo adotado, composto predominantemente por exercícios com peso corporal e menor complexidade motora, pode ter contribuído para uma intensidade percebida mais baixa (Morishita et al., 2018). Estudos com treinamento funcional e ginástica em circuito em idosas demonstram que, mesmo diante de elevações da frequência cardíaca, a PSE tende a permanecer em níveis moderados, caracterizando esforço submáximo e podendo subestimar o estímulo imposto quando utilizada como única ferramenta de controle da intensidade (Camacho et al., 2018; Bonafé, Soares, e Pasqualotti, 2021). Por outro lado, exercícios com maior complexidade motora e maior demanda neuromuscular tendem a gerar respostas perceptivas mais elevadas quando comparados a exercícios menos complexos. (Santarém et al., 2025; Hahn et al., 2025)

 

    Alguns limites devem ser considerados na interpretação dos achados deste estudo. A amostra reduzida, composta exclusivamente por 21 idosas, restringe a extrapolação dos resultados para outras faixas etárias e para o sexo masculino. Além disso, o delineamento quase-experimental de natureza transversal impede a identificação de relações de causa e efeito, permitindo apenas a análise de associações pontuais entre os índices antropométricos e a percepção subjetiva de esforço. Soma-se a isso a ausência de controle de variáveis externas, como nível de aptidão física, hábitos alimentares e qualidade do sono, fatores que podem interferir tanto na composição corporal quanto nas respostas perceptivas ao exercício. Por fim, a limitada disponibilidade de estudos que abordem simultaneamente idosos, treinamento em circuito e a associação entre percepção subjetiva de esforço e indicadores antropométricos dificulta comparações diretas com a literatura e reforça a necessidade de novas investigações nesse contexto.

 

Conclusão 

 

    Este estudo investigou a relação entre o índice de massa corporal (IMC), o percentual de gordura e a percepção subjetiva de esforço (PSE) em idosas durante um treinamento em circuito. Não foi identificada associação direta entre as variáveis analisadas; entretanto, observou-se uma tendência de menor percepção de esforço entre participantes com maior adiposidade, sugerindo um possível efeito modulador da composição corporal.

 

    Esses achados contrastam com parte da literatura e indicam que fatores como idade, características do protocolo de exercício e ambiente de prática podem exercer influência mais significativa sobre a PSE do que os índices antropométricos isoladamente. Como contribuição científica, o estudo destaca a necessidade de considerar variáveis contextuais na interpretação da percepção de esforço em idosas, apontando que pesquisas futuras devem incluir amostras maiores e mais heterogêneas, controlar fatores externos e comparar diferentes protocolos e ambientes de exercício para elucidar em quais condições a composição corporal impacta a PSE.

 

Referências 

 

Balasekaran, G., Loh, M.K., Govindaswamy, V.V., e Cai, S.J. (2014). Omni Scale perceived exertion responses in obese and normal weight male adolescents during cycle exercise. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 54(2), 186-196. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24509990/

 

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Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 30, Núm. 334, Mar. (2026)