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ISSN 1514-3465

 

Dispositivo inteligente de apoio à organização farmacológica domiciliar

Intelligent Device for Home Pharmacological Organization Support

Dispositivo inteligente para apoyar la organización de la medicación en casa

 

Alexandre Martins Daubermann*

alexandrealexd@gmail.com

Maria Eduarda Mascarenhas de Oliveira Bortolasci**

mdudaborto@gmail.com

Aline Cristiane de Lima Werner***

aclw.med@gmail.com

Paola Costa**

paolacelerino@outlook.com

Heitor Kubiak Ramos**

heitorramos175@gmail.com

Sueli Adriana Ferreira Teixeira Artmann+

drika.opo40241915@gmail.com

Thaysla Rossinski Costa Luiz**

thayslarcldix@gmail.com

Abel Felipe Freitag++

abel_freitag@hotmail.com

 

*Autor. Graduação em Farmácia

Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)

Acadêmico de Medicina

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

**Co-autor/a. Acadêmica/o de Medicina

Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí (FATEC)

***Co-autora. Acadêmica/o de Medicina

Faculdade de Tecnologia do Vale do Ivaí (FATEC)

Graduada em Enfermagem

Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (FAFIMAN)

+Co-autora. Graduada em Enfermagem

Faculdade Pitágoras

++Orientador. Pós-Doutor e Doutor em exercício e saúde (UEM-PR)

MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ)

Mestre em Ciências da Saúde (UEM-PR)

Pós-graduado, Gestão em Saúde (UEM-PR)

Bacharel em Educação Física (UEM-PR)

PasseiDireto.com.br - Consultor premium (PHD)

Empresário e professor universitário

Membro de Grupos de Estudo, GEPEDH e GEPENSE

(Brasil)

 

Recepción: 15/09/2025 - Aceptación: 01/01/2026

1ª Revisión: 12/12/2025 - 2ª Revisión: 23/12/2025

 

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Cita sugerida: Daubermann, AM, Bortolasci, MEMO, Werner, ACL, Costa, P., Ramos, HK, Artmann, SAFT, Luiz, TRC, e Freitag, AF (2026). Dispositivo inteligente de apoio à organização farmacológica domiciliar. Lecturas: Educación Física y Deportes, 30(333), 126-135. https://doi.org/10.46642/efd.v30i333.8557

Resumo

    A adesão ao tratamento medicamentoso é um desafio global, especialmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas que utilizam múltiplos fármacos, condição denominada polifarmácia, associada a maior risco de erros e interações medicamentosas que comprometem a eficácia terapêutica. Estratégias simples, como o uso de caixas organizadoras, têm demonstrado eficácia na redução de falhas e na melhoria da adesão. O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto do uso de caixas organizadoras de medicamentos na adesão terapêutica e na organização da rotina medicamentosa entre usuários da Atenção Primária em Saúde. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, realizada com 72 moradores do bairro Monte Castelo, em Ivaiporã-PR, utilizando caixas confeccionadas pela Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) e distribuídas com o apoio de Agentes Comunitários de Saúde. As visitas domiciliares ocorreram em três etapas, com intervalo de 45 dias, envolvendo questionários e orientações sobre o uso racional de medicamentos e o descarte de produtos vencidos. Os resultados evidenciaram predominância de idosos, maioria do sexo feminino (66,67 %) e alta taxa de não alfabetização (76,32 %). Em relação à autonomia, 35,90 % eram totalmente independentes e 30,77 % não possuíam autonomia. Após a intervenção, 83,33 % relataram melhorias na rotina medicamentosa e 86,67 % afirmaram que a caixa auxiliou na adesão ao tratamento. Conclui-se que a estratégia teve impacto positivo na adesão e organização terapêutica, especialmente entre idosos com baixa escolaridade.

    Unitermos: Adesão ao tratamento. Polifarmácia. Idosos. Uso racional de medicamentos. Atenção Primária à Saúde.

 

Abstract

    Medication adherence is a global challenge, especially among older adults and individuals with chronic diseases who use multiple drugs, a condition known as polypharmacy, which increases the risk of administration errors and drug interactions that reduce therapeutic effectiveness. Simple strategies, such as the use of pill organizers, have proven effective in reducing failures and improving adherence. This study aimed to evaluate the impact of pill organizers on therapeutic adherence and medication routine organization among Primary Health Care users. This quantitative research was conducted with 72 residents of the Monte Castelo neighborhood in Ivaiporã, Brazil, using organizers produced by the Association for the Protection and Assistance of Convicts (APAC) and distributed with support from Community Health Agents. Home visits occurred in three stages, 45 days apart, involving questionnaires and guidance on the rational use and proper disposal of medicines. Results showed a predominance of older adults, mostly women (66.67 %), and a high illiteracy rate (76.32 %). Regarding autonomy, 35.90 % were fully independent, and 30.77 % had no autonomy. After the intervention, 83.33 % reported improvements in their medication routines, and 86.67 % stated that the organizer helped with treatment adherence. It is concluded that the intervention positively influenced adherence and therapeutic organization, especially among older adults with low literacy levels.

    Keywords: Medication adherence. Polypharmacy. Older adults. Rational use of medicines. Primary Health Care.

 

Resumen

    La adherencia al tratamiento farmacológico es un desafío global, especialmente entre las personas mayores y las personas con enfermedades crónicas que consumen múltiples medicamentos. Esta condición, denominada polifarmacia, se asocia con un mayor riesgo de errores e interacciones medicamentosas que comprometen la eficacia terapéutica. Estrategias sencillas, como el uso de organizadores de medicamentos, demostraron eficacia para reducir errores y mejorar la adherencia. El objetivo de este estudio fue evaluar el impacto del uso de organizadores de medicamentos en la adherencia terapéutica y la organización de las rutinas de medicación entre los usuarios de Atención Primaria de Salud. Estudio cuantitativo, con 72 residentes Ivaiporã, PR, utilizando cajas fabricadas por la Asociación para la Protección y Asistencia de los Condenados (APAC) y distribuidas con apoyo de Agentes Comunitarios de Salud. Las visitas domiciliarias se realizaron en tres etapas, con un intervalo de 45 días, e incluyeron cuestionarios y orientación sobre el uso racional de medicamentos y eliminación de productos que caducaron. Los resultados mostraron un predominio de personas mayores, mayoría de mujeres (66,67 %) y alta tasa de analfabetismo (76,32 %). En cuanto a la autonomía, 35,90 % era completamente independiente y 30,77 % carecía de ella. Tras la intervención, el 83,33 % reportó una mejora en su rutina de medicación y el 86,67 % afirmó que el botiquín les ayudó a mejorar la adherencia al tratamiento. Se concluye que la estrategia tuvo un impacto positivo en la adherencia y la organización terapéutica, especialmente en personas mayores con bajo nivel educativo.

    Palabras clave: Adherencia al tratamiento. Polifarmacia. Personas mayores. Uso racional de medicamentos. Atención Primaria de Salud.

 

Lecturas: Educación Física y Deportes, Vol. 30, Núm. 333, Feb. (2026)


 

Introdução 

 

    A adesão ao tratamento medicamentoso constitui um desafio global, estimando-se que cerca de 50 % dos pacientes com doenças crônicas não sigam corretamente as terapias prescritas, o que contribui para o aumento da morbidade, da mortalidade e dos custos em saúde. (World Health Organization, 2003)

 

    Entre a população idosa, a polifarmácia -definida como o uso simultâneo de múltiplos medicamentos- é uma condição frequente e está associada ao aumento da complexidade do regime terapêutico, favorecendo erros na administração, interações medicamentosas e redução da adesão ao tratamento (Kim, e Parish, 2017). Evidências indicam que regimes terapêuticos mais complexos estão relacionados a piores desfechos clínicos em idosos, reforçando a necessidade de estratégias que facilitem o manejo dos medicamentos. (Wimmer et al., 2017)

 

    Nesse contexto, intervenções voltadas à organização do uso de medicamentos e ao suporte profissional têm se mostrado eficazes para melhorar a adesão terapêutica. Metanálises demonstram que intervenções lideradas por farmacêuticos contribuem significativamente para o aumento da adesão ao tratamento medicamentoso em idosos (Marcum et al., 2021). Além disso, revisões sistemáticas apontam que estratégias que auxiliam na organização e compreensão do regime terapêutico reduzem a sobrecarga cognitiva e favorecem o uso correto dos medicamentos, especialmente em pacientes em uso de múltiplas drogas. (Cross et al., 2020)

 

    Diante desse cenário, torna-se essencial adotar estratégias acessíveis e de baixo custo que auxiliem a população no uso seguro e racional dos medicamentos, reduzindo riscos e fortalecendo a adesão terapêutica. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o impacto do uso de caixas organizadoras de medicamentos na adesão ao tratamento e na organização da rotina medicamentosa entre usuários da Atenção Primária em Saúde.

 

Metodologia 

 

    O estudo foi de caráter quantitativo, realizado com moradores do bairro Monte Castelo, em Ivaiporã-PR, com a participação de 72 pessoas (N=72), buscando identificar dificuldades no uso correto de medicamentos. Inicialmente, estabeleceu-se uma parceria com a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), responsável pela confecção das caixas organizadoras. Essa parceria foi fundamental, pois possibilitou a produção de caixas personalizadas (Figura 1), confeccionadas pelos internos da instituição, o que representou economia de tempo e recursos para a equipe, além de promover a ressocialização e reinserção social dos participantes do sistema prisional.

 

    Após a etapa de produção, a parceria foi ampliada para as Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) da Unidade Básica de Saúde do bairro, que auxiliaram na identificação dos pacientes com dificuldades no uso de medicamentos. A seleção dos participantes ocorreu a partir do conhecimento das ACS sobre a rotina da comunidade, permitindo a inclusão de pessoas que apresentavam maior dificuldade na administração e organização dos fármacos.

 

Figura 1. Caixa organizadora de medicamentos, confeccionada pelos internos (APAC)

Figura 1. Caixa organizadora de medicamentos, confeccionada pelos internos (APAC)

Fonte: Autores

 

    As visitas domiciliares foram realizadas em três momentos distintos, com intervalo de 45 dias entre cada etapa. Na primeira visita, aplicou-se um questionário de apresentação, em formato de entrevista, com o objetivo de obter informações sociodemográficas e clínicas dos participantes. O questionário continha os seguintes campos: idade, sexo, etnia, estado civil, nível de escolaridade, presença de alguém que auxilie no controle da administração de medicamentos (Sim/Não), enfermidades (quais?) e medicamentos utilizados (quais?).

 

    Na segunda visita, foi aplicado um questionário de adaptação, destinado a avaliar a aceitação e a eficácia inicial da intervenção. Esse instrumento incluía as seguintes perguntas: se o produto (caixa de organização medicamentosa) estava ajudando na hora de tomar os medicamentos (Sim/Não); se a administração ainda apresentava dificuldades (Sim/Não); em caso afirmativo, quais eram essas dificuldades; e, por fim, se havia sugestões de melhoria.

 

    Por fim, na terceira visita, aplicou-se o questionário de conclusão, cujo objetivo foi analisar os resultados gerais e as percepções finais dos participantes quanto à adesão terapêutica e à melhoria no manejo medicamentoso. As perguntas abordavam: o que o participante achou do projeto e sugestões de aprimoramento; o que mudou na administração dos medicamentos; se houve diferença no efeito do medicamento (Sim/Não) e, em caso afirmativo, uma explicação; se o participante indicaria o projeto para outras pessoas e para quem; se a caixa continuava ajudando na tomada dos medicamentos (Sim/Não); se ainda havia dificuldades na administração (Sim/Não) e, caso houvesse, quais; e, por fim, sugestões adicionais de melhoria.

 

    Além disso, foi realizada orientação sobre o descarte adequado de medicamentos com data de validade expirada, incentivando os participantes a destiná-los à Unidade Básica de Saúde para encaminhamento correto e seguro. Essa prática visou reduzir riscos à saúde e impactos ambientais decorrentes do descarte inadequado. O estudo está em conformidade com a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde, que dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Por não envolver coleta de dados identificáveis nem riscos maiores que os da vida cotidiana, a pesquisa foi dispensada de apreciação pelo Sistema CEP/CONEP, conforme previsto no Art. 1º da referida resolução. Todos os participantes foram informados sobre os objetivos do estudo, participaram de forma voluntária e tiveram garantido o anonimato de suas respostas.

 

Resultados e discussões 

 

    Os dados destacaram características demográficas, níveis de autonomia, aceitação do estudo e limitações a serem superadas. No que diz respeito ao perfil demográfico, os resultados mostraram que a maioria dos participantes estava na faixa etária de 71 a 80 anos (33,33 %), seguida por 81 anos ou mais (25,64 %), refletindo a predominância de idosos no público atendido. O sexo feminino foi predominante (66,67 % dos participantes, N=46), enquanto os homens, 33,33 % (N=24). O maior envolvimento do sexo feminino possivelmente é associado à maior longevidade ou engajamento em ações de saúde.

 

    Em relação ao estado civil, 66,67% eram casados, indicando uma possível presença de suporte familiar, enquanto 23,08% eram viúvos, grupo que pode enfrentar maiores dificuldades no gerenciamento de medicamentos (Guttier et al., 2023).

 

    A alfabetização foi um ponto crítico identificado, com 76,32% dos participantes não alfabetizados, o que se mostrou uma barreira importante para o entendimento das orientações e para o uso autônomo das ferramentas oferecidas.

 

    Sobre a autonomia na administração de medicamentos, os dados indicaram que 35,90% dos participantes tinham boa autonomia, 33,33% necessitavam de ajuda esporádica e 30,77% não possuíam autonomia. Entretanto, a maioria dos participantes ainda enfrentava dificuldades na organização e administração de seus tratamentos, especialmente devido a fatores como idade avançada e falta de conhecimento sobre os medicamentos utilizados (Guttier et al., 2023).

 

    A avaliação do impacto do estudo trouxe resultados positivos: 83,33 % dos participantes relataram melhorias na rotina de medicamentos após a implementação da intervenção e 86,67 % afirmaram que a caixa organizadora auxiliou no cumprimento dos tratamentos.

 

    A aplicação do estudo evidenciou facilidades que contribuíram para o sucesso da iniciativa, bem como desafios que apontaram oportunidades de melhoria. Entre eles, destacou-se a aceitação do estudo pelos participantes, que demonstraram receptividade às estratégias propostas, como a organização de medicamentos em caixas personalizadas. Esse fator foi reforçado pelo empenho dos participantes, que se mostraram motivados no processo e interessados em adotar mudanças que pudessem beneficiar sua rotina de cuidados. A disponibilidade dos pacientes em participar foi outro ponto essencial, já que, independentemente da faixa etária ou nível de escolaridade, mostraram-se dispostos a colaborar, evidenciando a clareza e a relevância das estratégias apresentadas.

 

    Entretanto, o estudo apresentou limitações, como a acessibilidade às ACS, cuja atuação foi crucial para o suporte e continuidade da intervenção fora do ambiente inicial. Essa barreira restringiu a abrangência e o impacto das orientações realizadas. Além disso, observou-se a falta de conhecimento dos pacientes em relação aos seus medicamentos, incluindo informações básicas como finalidades, dosagens e horários de administração. Essa limitação demandou maior esforço da equipe do estudo para adaptar materiais e fornecer explicações claras, muitas vezes utilizando estratégias visuais.

 

Conclusões 

 

    O estudo demonstra impacto positivo na organização e adesão ao tratamento medicamentoso, sobretudo entre idosos com prevalência do sexo feminino e indivíduos com baixa alfabetização, contribuindo para maior segurança no uso dos fármacos e para a promoção da qualidade de vida. Apesar dos resultados serem positivos, permanecem desafios que reforçaram a necessidade de estratégias adicionais, como maior integração das ACS, produção de materiais educativos acessíveis e utilização de recursos tecnológicos simples, como etiquetas coloridas ou lembretes sonoros.

 

    Diante da relevância dos resultados, recomenda-se a ampliação da iniciativa para outras Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município de Ivaiporã-PR, permitindo que mais famílias possam se beneficiar de intervenções que favoreçam a adesão terapêutica. Além disso, a experiência pode servir como modelo para implementação em outros municípios, adaptando-se às especificidades de cada comunidade e fortalecendo o princípio da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Dessa forma, o estudo evidenciou benefícios locais e apontou caminhos viáveis para políticas públicas voltadas à promoção do uso racional de medicamentos em âmbito nacional.

 

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