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Qualidade de vida no trabalho percebida por Professores 

de Educação Física do Colégio de Aplicação, UFSC

Calidad de vida percibida por Profesores de Educación Física del 

Colegio de Aplicación de la Universidad Federal de Santa Catarina

 

*Especialista em Ciência do Movimento Humano (CEFD/UFSM)

Mestranda em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina

Membro do Núcleo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde (CDS/UFSC).

**Doutor em Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina

Doutor em Educação Física pela Universidade do Porto, Portugal

Professor do Departamento de Educação Física e do

Programa de Pós-Graduação em Educação Física do

Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina

Luana Callegaro Rossato*

Sidney Ferreira Farias**

luanacallegaro@hotmail.com

(Brasil)

 

 

 

 

Resumo

          Objetivou-se analisar a qualidade de vida no trabalho percebida por professores de Educação Física do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina, considerando os ciclos de desenvolvimento profissional. A amostra foi composta por cinco professores, de ambos os sexos, com idades que variam entre 26 a 56 anos. Para a coleta de dados foi aplicada uma entrevista estruturada relacionada às dimensões da “Escala de avaliação da qualidade de vida no trabalho percebida por professores de educação física do ensino fundamental e médio” (QVT-PEF). A dimensão “remuneração e compensação” foi o único fator de insatisfação profissional apontado. Conclui-se que os professores encontram-se satisfeitos com a qualidade de vida no trabalho docente e que o tempo de docência não exerceu influência sobre a mesma.

          Unitermos: Qualidade de vida. Professor de Educação Física. Ciclos de desenvolvimento profissional

 

 
http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 15 - Nº 144 - Mayo de 2010

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Introdução

    A qualidade de vida (QV) diz respeito ao padrão estabelecido pela própria sociedade e ao conjunto das políticas públicas e sociais que orientam o desenvolvimento humano, as mudanças positivas na maneira, nas condições e no estilo de vida (MINAYO, HARTZ, BUSS, 2000).

    Mesmo que não haja uma definição universalmente aceita para QV, existe uma tendência a se incluir com freqüência duas classes de fatores determinantes, modificáveis ou não, que caracterizam as condições em que o ser humano vive: parâmetros sócio-ambientais (como as condições de trabalho, educação, meio-ambiente, transporte, lazer, entre outros); e parâmetros individuais, caracterizados pelos comportamentos de cada pessoa (NAHAS, BARROS, FRANCALACCI, 2000).

    Assim como a QV, o termo qualidade de vida no trabalho (QVT) também é considerado abrangente e não existe consenso sobre sua definição. Por isso, cada autor inclui o conceito que considera fundamental para que a vida do trabalhador tenha qualidade.


    Silva (2000) define a QVT como “a compreensão abrangente e comprometida das condições de vida no trabalho, que inclui aspectos de bem-estar, garantia da saúde e segurança física, mental e social, e capacitação para realizar tarefas com segurança e bom uso de energia pessoal. Não depende só de uma parte, ou seja, depende simultaneamente do indivíduo e da organização, sendo este o desafio que abrange o indivíduo e a organização”.

    Deste modo, recentemente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem se discutido com maior freqüência sobre a qualidade de produtos, do ensino, da pesquisa, da extensão e da administração. No entanto se discutiu ou avaliou pouco sobre a QV e a QVT dos professores e pesquisadores, responsáveis por estas atividades (PETROSKI, 2005).

    Portanto, para superar a escassez e a superficialidade de estudos nesta temática, Nogueira (2005) sugere a possibilidade de criação de uma nova linha de pesquisa que se preocupe com questões relacionadas à QVT do professor de Educação Física, já que este é o responsável por atuar para a promoção da saúde e para a QV da população em geral. Esta linha de pesquisa é voltada para a elaboração do conhecimento que contribua para a democratização das relações de trabalho do setor, paralelamente com a qualidade dos programas de atividades físicas oferecidas aos diversos públicos.

    Nessa perspectiva, o presente estudo tem por objetivo analisar a QVT percebida por professores de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFSC, considerando os ciclos de desenvolvimento profissional. Sendo que, através do conhecimento da QVT será possível identificar se existe diferença entre professores que se encontram no início (0 a 3 anos de docência) ou no final (20 a 35 anos de docência) da carreira profissional.

Métodos

    Este trabalho caracteriza-se como uma pesquisa descritiva na forma de estudo de caso, pois fornece informações detalhadas sobre um grupo específico (THOMAS e NELSON, 2002).

    Nesta pesquisa, foram investigados cinco professores de Educação Física atuantes na realidade escolar, um do sexo feminino e quatro do sexo masculino, com idades que variam entre 26 a 56 anos. Os participantes foram selecionados de forma intencional entre os professores de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFSC, a partir dos anos de docência, conforme a proposta desenvolvida por Nascimento e Graça (1998), que classifica os anos de docência de acordo com os ciclos de desenvolvimento profissional: entrada (0-3 anos de docência); consolidação (4-6 anos); diversificação (7-19 anos) e estabilização (20-35 anos de docência).

    A escolha por tal classificação justifica-se pelo fato de esta já ter sido utilizada em outros estudos sobre QVT de professores de Educação Física na realidade brasileira (LEMOS, 2007; LEMOS, NASCIMENTO, BORGATTO, 2007; GOMES, BORGES, NASCIMENTO, 2007; BOTH, NASCIMENTO, HYPERLINK "http://lattes.cnpq.br/0409933387817596" \t "blank" BORGATTO, 2008). Todavia, com o intuito de verificar se existe diferença de QVT de professores no início e no final da carreira profissional, foram selecionados professores que se encontravam somente nos ciclos de entrada (0 a 3 anos) e estabilização (20 a 35 anos).

    Antes da coleta dos dados, foi explicado aos participantes sobre os objetivos, procedimentos a serem seguidos e a confidencialidade do estudo. Na seqüência os sujeitos autorizaram a participação na pesquisa.

    Utilizou-se como técnica uma entrevista estruturada contendo questões abertas e fechadas, relacionadas às oito dimensões da “Escala de avaliação da qualidade de vida no trabalho percebida por professores de educação física do ensino fundamental e médio” (QVT-PEF) desenvolvida por Both et al. (2006). O QVT-PEF compreende um questionário composto por 34 questões, distribuídas em oito dimensões, as quais estão fundamentadas na matriz de análise de Walton (1973; 1974).

    A matriz analítica compreende as seguintes dimensões e seus respectivos indicadores: remuneração e compensação (salário adequado e em dia); condições de trabalho (materiais, ambiente e jornada de trabalho); oportunidade imediata para uso e desenvolvimento de capacidades humanas (satisfação profissional); oportunidade futura de crescimento e segurança (desenvolvimento pessoal, perspectiva de aplicação e progressão na carreira); integração social na organização do trabalho (relacionamentos e ausência de preconceito); constitucionalismo na organização de trabalho (direitos trabalhistas e liberdade de opinião); trabalho e espaço total de vida (equilíbrio entre a vida profissional e familiar); e relevância social da vida no trabalho (valorização).

    A entrevista foi realizada individualmente nos meses de agosto e setembro de 2009, no próprio local de trabalho dos professores em ambiente reservado. O tratamento estatístico dos dados foi feito através da análise descritiva, apresentando a distribuição de freqüências dos resultados.

Resultados e discussão

    As informações sobre as características sócio-demográficas dos professores são apresentadas na tabela a seguir.

Tabela 1. Características sócio-demográficas

Caracterização

Categoria

Total (n = 5)

Estado Civil

Casados

Solteiros

04

01

Formação Profissional

Especialização

Mestrado

03

02

Ciclos de Desenvolvimento

Profissional

Entrada (0 a 3 anos)

Estabilização (20 a 35 anos)

01

04

Carga Horária

Semanal de Trabalho

40 horas

05

Nível de Ensino que lecionam

Fundamental

Fundamental e Médio

01

04

    Também, verificou-se através da entrevista no que diz respeito ao tipo de vínculo institucional, que quatro professores eram efetivos e apenas um era substituto do colégio, e que todos cumpriam um regime de dedicação exclusiva ao trabalho.

    Os dados referentes às dimensões da QVT dos professores de Educação Física do Colégio de Aplicação são apresentados na Tabela 2, revelando-se que todos os professores estão satisfeitos com a QVT, independentemente do ciclo de desenvolvimento profissional que se encontram.

Tabela 2. Indicadores da qualidade de vida no trabalho

Dimensão

Ciclos de

Desenvolvimento

Profissional

Insatisfação

Satisfação

n

n

1. Remuneração e compensação

 

Entrada

-

01

Estabilização

02

02

2. Condições de trabalho

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

3. Oportunidade imediata para uso e desenvolvimento de capacidades humanas

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

4. Oportunidade futura de crescimento e segurança

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

5. Integração social na organização do trabalho

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

6. Constitucionalismo na organização de trabalho

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

7. Trabalho e espaço total de vida

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

8. Relevância social da vida no trabalho

Entrada

-

01

Estabilização

-

04

    Da mesma forma, existem evidências encontradas na literatura (FOLLE et al., 2008; MARQUES, BORGES, ADORNO, 2008; MOREIRA et al., 2009) apontando que a maioria dos professores de Educação Física está satisfeita com a QVT. Já, Petroski (2005) verificou em seu estudo que apenas metade dos professores está satisfeita com a QVT em geral que vivencia na UFSC.

    No entanto, tais resultados divergem daqueles encontrados por Legnani et al. (2005), no qual, os professores universitários de Educação Física apresentaram valores baixos de satisfação em todas as dimensões.

    Alguns estudos (LEMOS, NASCIMENTO, BORGATTO, 2007; GOMES, BORGES, NASCIMENTO, 2007; BOTH, NASCIMENTO, HYPERLINK "http://lattes.cnpq.br/0409933387817596" \t "blank" BORGATTO, 2008) apontam que o nível de QVT docente modifica-se de acordo com os ciclos de desenvolvimento profissional. Tal aspecto, não foi observado em nosso estudo, pois os professores do ciclo de entrada e estabilização apresentaram similaridade nos níveis de satisfação em relação à QVT, possivelmente pelo número limitado de professores.

    Outro aspecto a ressaltar é que a “remuneração e compensação” foi o único fator de insatisfação profissional mencionado pelos participantes do estudo, conforme pode ser observado na Tabela 2. Nesse contexto, a remuneração salarial também foi apontada como o principal motivo de insatisfação entre docentes investigados em outros estudos brasileiros (LAPO, 2000; NILAN, 2003; PETROSKI, 2005; LEGNANI et al., 2005; ROMANZINI et al., 2005; LEMOS, NASCIMENTO, BOTH, 2006; LEMOS, 2007; PENTEADO, BICUDO-PEREIRA, 2007; FOLLE et al., 2008 e MOREIRA et al., 2009).

    Os maiores índices de satisfação encontrados no estudo estão ligados as “condições de trabalho” e a “oportunidade imediata para uso e desenvolvimento de capacidades humanas”. Pois, os professores citaram como principais motivos de satisfação profissional os seguintes aspectos: boa qualidade e disponibilização de materiais; espaço físico adequado; oportunidade de crescimento profissional, pois o Colégio de Aplicação da UFSC é considerado como campo de ensino, pesquisa e extensão e por fim, sentimentos de auto-realização e satisfação diante da profissão exercida e da aprendizagem dos alunos.

    Nesse sentido, uma pesquisa (PEREIRA, 2008) feita com professores de educação básica do município de Florianópolis – SC mostrou que os docentes percebem como boa suas condições de trabalho, o que vem corroborar o presente estudo.

    Em contrapartida, um levantamento realizado por Silva et al. (2002), relata que os professores da UFSC, têm manifestado sua insatisfação relativa às condições de trabalho e às políticas governamentais para os Servidores Públicos Federais.

    Resultados similares a este foram encontrados por Petroski (2005), o qual verificou que 62% dos professores da UFSC demonstraram percepção de insatisfação em relação ao trabalho. O indicador que apresentou maior percepção de insatisfação foi a disponibilidade de material, equipamentos e laboratórios, percepção de estresse vivenciada na realização das atividades. Por outro lado, 67% dos professores mostraram satisfação em relação a dimensão “oportunidade imediata para uso e desenvolvimento de capacidades humanas”, assemelhando-se ao resultado do presente estudo.

    Em relação à prática regular de atividades físicas, dois professores foram considerados suficientemente ativos de acordo com as recomendações obtidas na literatura (PATE et al., 1995), pois fazem atividades com uma freqüência de quatro vezes na semana com duração de uma hora. Os demais professores não praticam atividades físicas regulares atualmente, devido a problemas como distensão lombar, rompimento no tendão do joelho e lesão no joelho.

    Para fornecer benefícios à saúde é recomendado que todo o indivíduo acumule um gasto energético semanal em atividades físicas superior a 1000 kcal (US, DEPARTAMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES, 1996), ou realize 30 minutos ou mais de atividades físicas de intensidade moderada na maioria dos dias, preferencialmente em todos, de forma acumulada ou contínua (PATE et al., 1995).

    Na maioria dos países em desenvolvimento como o Brasil, mais de 60% dos adultos que vivem em áreas urbanas não estão envolvidos em um nível suficiente de atividade física. Dados do censo 2000 indicam que 80% da população brasileira vive em cidades, estan­do, portanto, sujeitos a desenvolver doenças associa­das ao sedentarismo (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, 2000).

    De acordo com Guiselini (2006) o estilo de vida que levamos é o principal responsável (50%) por atingirmos idades mais avançadas, 70 a 80 anos ou mais, do modo mais saudável possível. Já, os outros 50% dos fatores que influenciam no tempo de vida estão divididos entre meio-ambiente (20%), hereditariedade (20%) e condições de assistência médica (10%). Estes dados evidenciam a grande importância do estilo de vida adotado pelo indivíduo, sendo a prática regular de atividades físicas necessária, tanto como medida preventiva de saúde quanto possibilidade real de manutenção QV.

    A QV pode ser associada a diversos aspectos do estilo de vida, como atividade física, nutrição, comportamento preventivo, relacionamentos e controle do estresse (NAHAS, BARROS, FRANCALACCI, 2000).

    Em relação à percepção da QV encontrada em nosso estudo, quatro professores a consideram “boa” e um a considera “muito boa”. Esta evidência está em concordância com o estudo realizado por Penteado e Bicudo-Pereira (2007), com 128 professores da rede pública de Rio Claro – SP, que constataram que 65,6% destes docentes classificaram sua qualidade de vida como “boa”.

    Quando questionados sobre o nível de estresse em suas vidas, três descreveram ser “às vezes estressado, vivendo razoavelmente bem” e dois descreveram possuir um “estresse equilibrado no cotidiano”, ou seja, não excedendo o limite do “bom” para o “mau” estresse. Sendo que, não foram encontradas diferenças na percepção de estresse entre os sexos.

    Além disso, os professores consideram haver equilíbrio entre a vida no trabalho e a vida familiar. Os resultados deste estudo vão de encontro com os achados na Ohio State University, onde metade ou mais dos professores descreveram que ao final do dia sentiam-se física e emocionalmente drenados e que o estresse do trabalho e dos compromissos pessoais estava afetando a saúde (OHIO STATE UNIVERSITY, 2003).

    Existem indicações de diferenças na percepção de estresse segundo o gênero (NARAYAN, MENON, SPECTOR, 1999). As mulheres em muitos casos fazem a chamada dupla jornada, pois além de fazerem todas as atividades domésticas como, limpeza, cozinha e cuidados com os filhos, ainda possuem um turno de trabalho no período que deveriam estar descansando. Por isso, elas não possuem um repouso satisfatório, se encontrando constantemente em um estado de privação de sono e por conseqüência em um nível alto de estresse. Assim como em nosso estudo, Leung, Siu, Spector (2000), também não detectaram diferenças nos níveis de estresse com referência ao sexo.

    Nesse contexto, Salim (2004) no diz que a capacitação aos professores, salário, tempo de docência, condições de trabalho (estrutura física e quantidade de alunos), são condições que podem exercer grande influência no estado emocional desses profissionais.

    Também, podemos constatar que a Educação Física encontrou o seu espaço e sua devida valorização no Colégio de Aplicação da UFSC. Os professores são reconhecidos como profissionais competentes tanto pela comunidade como pelo colégio, portanto, são considerados como indispensáveis ao desenvolvimento integral do aluno, causando contentamento e diminuição dos níveis de estresse.

Conclusão

    Diante dos resultados obtidos e considerando as suas limitações, conclui-se que os professores de Educação Física do Colégio de Aplicação da UFSC encontram-se satisfeitos com a qualidade de vida no trabalho docente. Além disso, a dimensão “remuneração e compensação” foi o único fator de insatisfação profissional apontado.

    Embora acreditando que o tempo de docência influenciasse na diferença de percepção sobre qualidade de vida no trabalho, entre professores que se encontram no início ou no final da carreira profissional, conforme evidenciam outros estudos, e que as diferenças de gênero colaborassem para uma pior percepção de qualidade de vida da professora do sexo feminino, esses aspectos não foram confirmados no presente estudo.

    Deste modo, a satisfatória qualidade de vida no trabalho percebida por estes professores, possivelmente se deve ao fato do Colégio de Aplicação ter uma realidade escolar diferenciada de outras escolas públicas. Pois, é mantido e integrado ao Sistema Federal de Ensino, sendo considerado como amplo campo de ensino, pesquisa e extensão para os alunos e professores da UFSC, em todos os níveis e cursos, bem como para as demais instituições públicas.

    Logo, os futuros estudos nesta área necessitam aprofundar as possíveis relações entre os constructos que indicam as condições de vida do trabalhador docente em Educação Física para atender às necessidades dos mesmos, causando satisfação e diminuição dos níveis de estresse, acarretando benefícios à saúde e à qualidade das aulas ministradas.

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