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Dominar a Natureza, Educar o Corpo: Notas Conceituais a partir do
tema da Mímesis em Theodor W. Adorno e Max Horkheimer
Alexandre Fernandez Vaz

http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 5 - N° 27 - Noviembre de 2000

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    Afinal, “Quanto mais complicada e mais refinada a aparelhagem social, econômica e científica, para cujo manejo o corpo já há muito foi ajustado pelo sistema de produção, tanto mais empobrecidas as vivências de que ele é capaz.32” A formalização da razão impossibilita a plena experiência corporal, desqualificando-a em quantificações e fórmulas abstratas.33


IV. Mímesis, Movimento Corporal e Reconciliação

    A essa arquitetura teórica aqui rapidamente esboçada, que chamamos Constelação da Destrutividade,34 pertence também, como se pode ler nos escritos de Horkheimer e Adorno, o esporte.

    De forma geral, mas não sem exceções, há em Horkeimer e sobretudo em Adorno, uma dura condenação ao esporte, essencialmente no que se refere à relação que os seres humanos através dele estabelecem com seu próprio corpo.35

    Segundo Adorno, haveria no esporte além de um momento ostentativo à violência, de valorização da obediência e do autoritarismo, a presença de um aspecto masoquista, de culto ao sofrimento. “Ao esporte pertence não apenas o impulso à violência, mas também a suportá-la e tolerá-la.” 36

    Lembre-se aqui o quanto a tolerância a dor pode ser uma condição fundamental não só para alcançar resultados esportivos,37 mas também para a construção de identidades vinculadas ao esporte e à masculinidade.38 Lembre-se ainda, que uma educação esportiva não está desvinculada dessas questões, cujas implicações podem não ser desprezíveis. 39

    No esporte exige-se o aprendizado da superação da dor, que não deve mais ser considerada como expressão irrenunciável da corporeidade, sem a qual esta não pode ser pensada.

    Para o esporte e a educação esportiva, a dor é uma sensação que deve ser superada, cuja tolerância deve ser continuamente aumentada. É preciso, paradoxalmente, tratar o corpo como um obstáculo a ser vencido, domado. A fé no progresso infinito e sem limites do corpo e dos resultados esportivos exprime como talvez nenhum outro campo, a razão instrumental.

    Criticando a crítica da cultura empreendida por Thorstein Veblen, para o qual o esporte representaria uma sobrevivência do arcaico na figura das atividades supostamente desinteressadas com vínculos aristocráticos, Adorno revisualiza o tema: trata-se da adaptação à novidade, encarado como modelo industrial. O esporte pretenderia devolver ao corpo uma parte daquilo que lhe roubara a máquina, mas - pertencendo ao campo da não liberdade - o faz no sentido de colocá-lo implacavelmente a serviço da maquinaria, incorporando-se a sua lógica cega.40 Mimetizando a máquina, os seres humanos confundem-se com ela, não se lhe configuram mais "apenas" como apêndices - como se lê no Manifesto, de Marx e Engels -, mas o são de si próprios, visto que a diferença entre ambos, na prática, desaparece.

    Nesse mesmo sentido, o da maquinização do corpo, já antecipara Adorno nas Minima Moralia:

Talvez se oculte no culto da velocidade técnica, como no esporte, o impulso para dominar aquele terror das correrias, desviando-as do próprio corpo e, ao mesmo tempo, reenviando-as de forma soberana: o triunfo do marcador de milhas41 que vai subindo vem aplacar de maneira ritual a angústia do fugitivo. Mas quando se grita para alguém: ‘Corre!’, quer se trate da criança que deve apanhar para sua mãe a pequena sacola esquecida no primeiro andar, ou do prisioneiro a quem a escolta manda fugir para ter um pretexto para assassiná-lo, faz-se ouvir a violência arcaica que de outro modo guia imperceptivelmente cada passo.42

    Essas afirmações ganham mais densidade ao considerarmos que, como escreve Adorno, o corpo humano só em estado patológico assemelhar-se-ia a uma máquina,43 de onde então, como foi citado, o olhar da anatomia, da vivissecção, o corpo como cadáver.

    O corpo como máquina, manipulável como se fora um cadáver, matéria quantificável que perde sua qualidade, aparece ser ainda a imagem necessária que impera no esporte de alto rendimento, modelar para a educação do corpo em geral. Procurando um corpo no qual possa operar, às diversas teorias do treinamento pouco ou nada pode interessar que de alguma forma essa relação de objetivação e reificação se altere. É uma premissa do treinamento corporal - que pertence à lógica de identidade - a presença da cisão nítidae radical entre sujeito e objeto.44 É preciso conhecer o corpo como coisa, para que se possa dominá-lo. É a mesma lógica que cultiva “o amor aos grandes números”. É preciso lembrar ainda que, como se lê na Dialética Negativa, "[...] a consciência infeliz não é nenhuma vaidade cega do espírito, mas lhe é mesmo inerente, a única autêntica dignidade que ele, na separação com o corpo, recebeu. Ela lhe recorda, negativamente, seu componente somático. Apenas por ser capaz disso é que ao espírito é de alguma forma concedida esperança."45

    Além disso o esporte e suas técnicas de domínio do corpo parecem ser um exemplo de mimetismo, uma forma danificada de mímesis, cuja função seria a dominação não-mediada do que sobrevive como natureza nos seres humanos. A técnica é colocada como um fetiche, um algo em si mesmo, muitas vezes incorporado aos ídolos de ocasião - situação que interessa ao establishment, uma vez eclipsada a capacidade reflexiva.


V. Mímesis e Educação do Corpo

    A capacidade mimética não precisa, no entanto, necessariamente apresentar-se em sua forma deficiente em relação a corporeidade. Para isso seria necessário resgatar os momentos não danificados, de aproximação com o próprio corpo. Nas palavras de Horkheimer, um momento mimético presente talvez na própria educação do corpo, no esporte.46

    Desta vez mimético não se refere mais à pulsão de morte, mas à uma relação estética e reconciliatória entre sujeito e objeto, tal como aparece na fruição com a obra de arte. Se é verdade que permanece nos movimentos corporais também do esporte um momento mimético não danificado é porque o corpo, como órgão de expressão mimética,47 se mantém potencialmente como natureza a ser reconciliada.

    Mímesis, como se lê ao longo da Teoria Estética, pode ser também uma forma de produção de saber, de um conhecimento "[...] não como mera imitação nem como intuição aconceitual, mas, justamente, como uma flexibilidade aconchegante à singularidade e à multiplicidade do concreto [...]".48 Nesse registro, o intuito é aproximar-se do objeto, mas não domesticá-lo ou anulá-lo. Procura-se um conhecimento que reconheça suas próprias fronteiras, e que não se oriente pela exigência de ultrapassa-las.49 No limite, uma relação simbiótica entre Eros e Logos.50

    Ora, para Adorno educar é, antes de tudo e sem necessidade de justificação, evitar que a barbárie, que o mito, torne-se permanência pela repetição.51 Talvez na educação do corpo também pudéssemos romper com a racionalidade tornada mítica, ao procurarmos uma relação mimética, não autoritária (espontânea)52 entre sujeito e objeto. Tarefa, sem dúvida, não isenta de desafios e dificuldades, se pensamos que sujeito e objeto, no movimento corporal, somos nós mesmos. Tarefa necessária, no entanto, se considerarmos que a filosofia - entendida muito mais como formação, Bildung - deve procurar, justamente, a reconciliação com a natureza,53 em nós cindida, degradada, solapada.

    Como lembra Adorno, a separação entre sujeito e objeto é ao mesmo tempo real e aparente, já que representa nossa cisão original com a natureza, mas ao mesmo tempo a impossibilidade de o sujeito reconhecer-se sem a impregnante mediação do objeto.54 A mímesis é um momento (algo) aquém - mas não regressivo - da cisão sujeito/objeto.55

    Não se trata, é claro, de regredir a um mítico passado que dilua o sujeito, mas de reconhecer a possibilidade de aproximar-se do objeto deixando-se por ele impregnar, reconhecendo-lhe a primazia.56

    Já nos anos vinte, bem antes, portanto, dos horrores da Segunda Guerra, Walter Benjamin chamava não pelo domínio da natureza, mas pelo domínio desse domínio. Em lugar dos diletantismos irracionalistas e racionalização da irracionalidade, presentes no implacável domínio da natureza (também interna), uma outra atitude, reconciliatória. Uma educação que procure o primado não só da razão crítica e da mediação reflexiva (da negatividade), mas da aproximação sensível (ein sinnlicher Zugang) e aconchegante (eine Anschmiegung) com o mundo. Uma educação para o corpo, para a compaixão, para o amor.


Notas

  1. Uma versão desse texto foi apresentada recentemente no Colóquio Nacional "Dialética Negativa, Estética, Educação", na Universidade Metodista de Piracicaba, em 30/03/2000. Ele é parte de uma pesquisa mais extensa, em andamento, e várias de suas idéias compõem outros de meus textos, em especial Na Constelação da Destrutividade: o tema do Esporte em Theodor W. Adorno e Max Horkheimer (Vaz 2000). Algumas das idéias aqui expostas foram apresentadas também no 6o Congresso de Educação Física e Ciências do Esporte dos Países de Língua Portuguesa, em La Coruña, Espanha, 10/07/1998, e no XI Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte, em Florianópolis, 15/09/1999. Reflexões sobre essa temática podem ser encontradas ainda em em Vaz 1995, 1999a 1999b e 1999c. Devo reconhecer, por último, que o ensaio Do Conceito de Mímesis em Adorno e Benjamin, de Jeanne-Marie Gagnebin ofereceu-me um roteiro para o estudo do tema da mímesis.

  2. Proc. 1106/95-15.

  3. Horkheimer e Adorno 1997 (daqui por diante DA)

  4. DA, p. 205, 259-260.

  5. Horkheimer e Adorno 1985 (daqui por diante DE), p. 212; DA, p. 259-260; Cf. Freud 1994, p. 246-249; Callois 1993, p. 94-133.

  6. Cf. Gebauer e Wulf 1992, p. 389-390.

  7. DA, p. 205; DE, p. 168; Adorno 1997a, 124.

  8. DA, p. 206.

  9. DA, p. 28 e ss.

  10. Cf. o primeiro capítulo da DA, Begriff der Aufklärung (Conceito de Esclarecimento), p. 19- 60

  11. Cf. Horkheimer 1996, p. 114-115. Cf. também Benjamin 1988.

  12. Tomo aqui empresetado esse conceito de Gebauer e Wulf 1992, p. 396.

  13. Ver Plato 1967, LivroX.

  14. DA, p.42; DE, p.37.

  15. Horkheimer 1976, p.126; 1996, p. 115. Conferir também DA, p. 205; DE, p. 169.

  16. DA, p. 205; DE, p. 169; cf. também Adorno 1997a, p. 171.

  17. Benjamin 1977, p. 245.

  18. Expressão utilizada por Adorno em Horkheimer 1985, p. 510.

  19. DA, p. 209; DE, p. 172.

  20. DA, p. 265.

  21. DA, p. 73; DE, p. 61.

  22. DA, p. 266; DE, p. 217.

  23. DA, p. 266; DE, p. 217.

  24. Adorno 1997b, p. 681.

  25. DA, p. 26; DE, p. 24.

  26. DA, p. 266-267; DE, p. 217.

  27. DA, p. 76, DE, p. 62.

  28. "Magia e contramagia estão ligadas, na metamorfose dos companheiros de Ulisses, a ervas e ao vinho; à embriaguez e ao despertar, ao olfato como o sentido cada vez mais reprimido e recalcado e que mais próximo está tanto do sexo quanto da lembrança dos tempos primitivos. Mas na imagem do porco o prazer do olfato já está desfigurado no fungar compulsivo de quem arrasta o nariz no chão e renunciou ao andar ereto". DE, p. 73-74; DA, p. 90.

  29. Gagnebin 1996.

  30. DA, especialmente o Excurso I, "Odysseus oder Mythos und Aufklärung", "Ulisses ou Mito e Esclarecimento".

  31. DA, p. 269; DE, p. 219.

  32. DA, p. 53; DE, p. 47.

  33. Horkheimer 1996, p 37-38; 1976, p. 46.

  34. Desenvolvo melhor essa temática em Na Constelação da Destrutividade: O Tema do Esporte em Theodor W. Adorno e Max Horkheimer (Vaz 2000) do qual o presente texto, em muitos aspectos, é tributário.

  35. Não é possível aqui dar conta de outros comentários ao esporte nas obras de Adorno e Horkheimer. Para maior detalhamento desses comentários e suas ambigüidades, consultar Vaz 1999b e 2000.

  36. Adorno 1997c, p. 79-80.

  37. Vaz 1999a e 1999c.

  38. Entre outros, Young, McTeer e White 1994 e Gastaldo 1995.

  39. Vaz 1999c.

  40. Adorno 1997c, p. 79-80.

  41. Aqui vale uma ressalva à tradução brasileira, que optou pela expressão "marcador de quilometragem" e não "marcador de milhas". É evidente que a primeira expressão tem mais força em nosso país, mas ela esconde sua origem: o culto da velocidade técnica expressa aqui pelo automóvel - e pela maquinização do corpo -, cuja experiência mais ampla Theodor W. Adorno viveu no exílio norte-americano. Sobre o tema ver o instigante ensaio Wissenchaftliche Erfahrung in Amerika (Adorno, 1997h).

  42. Adorno 1997a, p. 185. Na tradução brasileira (Adorno 1992), ligeiramente modificada, p. 142 (Adorno 1992).

  43. Adorno 1997a, p. 60.

  44. Vaz 1999a.

  45. Adorno 1997f, p. 203.

  46. Adorno e Horkheimer 1985, p. 512.

  47. Horkheimer 1996, p. 114.

  48. Gagnebin 1997a, p. 119.

  49. Adorno 1997d, p. 111.

  50. Adorno 1997d, p. 490; Gagnebin 1997b.

  51. Adorno 1997b, p. 674.

  52. Adorno 1997g, p. 230.

  53. Horkheimer 1996, p. 123.

  54. . Adorno 1997e, p. 742-746.

  55. Adorno 1997d, 169.

  56. Adorno 1997d, p ; 1997f, p. 184 e ss.


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