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Tecnologias assistivas e as pessoas com 

necessidades especiais: uma realidade presente

Tecnologías asistivas y personas con discapacidad: una realidad presente

 

*Doutora em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria

Docente da Universidade de Cruz Alta, RS

**Educadora Especial pela UFSM. Acadêmica do Curso de Pedagogia da UFSM

(Brasil)

Vaneza Cauduro Peranzoni*

vaneza.cauduro@terra.com.br

Gabriela Severo Fagundes Pereira**

gabrielasfpereira@yahoo.com.br

 

 

 

 

Resumo

          Este artigo pretende discutir como as tecnologias assistivas podem desenvolver as pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Dessa forma, é importante que essas tecnologias sejam integradas nas atividades curriculares dos cursos de formação de professores. Para isso, conceito e aplicações devem ser discutidos entre professores para que se possam ampliar as metodologias aplicáveis na educação como um todo.

          Unitermos: Tecnologias assistivas. Educação Especial. Formação de professores.

 

Recepção: 25/11/2014 - Aceitação: 23/01/2015

 

 
EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 19, Nº 201, Febrero de 2015. http://www.efdeportes.com/

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Introdução

    Este trabalho tem o objetivo de discutir como as tecnologias assistivas (TA) (recursos tecnológicos e pedagógicos) podem contribuir para o desenvolvimento das pessoas com necessidades especiais. Para tanto, leva-se em conta conceitos e contribuições para o desenvolvimento de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades/ superdotação (AH/SD).

    As tecnologias estão presentes no cotidiano das pessoas e assim como as tecnologias assistivas, também estão em ascensão. Cada vez mais, apropria-se e utilizam-se novos recursos a fim de diminuir ou neutralizar as barreiras que a deficiência, TGD e as AH/SD acarretam.

    Na educação especial, as TA foram abordadas tardiamente, assim como seu surgimento e sua importância na formação inicial e continuada para os professores de sala de recurso e classe especial. A formação inicial no campo de tecnologias como recurso pedagógico é imprescindível para que se possam ampliar as potencialidades de interação no ensino-aprendizagem entre professor-aluno.

    Nas escolas são disponibilizados materiais, como televisão, software, programas, aparelhagem de som e vídeo. Essa diversidade de materiais auxilia com o aumento de alternativas metodológicas para um melhor desenvolvimento do ensino-aprendizagem. Com isso, é possível desenvolver mais o aluno, a ponto de dar-lhe maior autonomia no cotidiano.

    As TA podem ser utilizadas como um tipo de intervenção, e sua utilização pode desenvolver alunos com deficiência, TGD e AH/SD. Ainda assim, são pouco discutidas no ramo da educação especial. Portanto, escrever sobre seu papel no desenvolvimento de tais alunos é importante para gerar uma discussão sobre o assunto.

As tecnologias ajudando a educação

    Com a evolução de tecnologias, como celulares, computadores, televisores, desenvolvem-se tecnologias educacionais (nomeadas tecnologias assistivas). Então, porque não utilizar melhor esses recursos para desenvolver os alunos com deficiência? Se hoje a tecnologia é usada para tudo, tanto no trabalho como no lazer, é possível que a utilizemos também no campo educacional.

    O avanço deste tipo de recurso é surpreendente pelo fato de que a cada dia surgem novos meios tecnológicos para mediar às situações de ensino-aprendizagem com aluno com deficiência, TGD e AH/SD e desenvolvê-los da melhor maneira possível.

    A partir dos Artigos 17, 18 e 19 da Lei Nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, os recursos tecnológicos começaram a ser pensados como uma forma de amenizar as barreiras de comunicação que a deficiência, TGD e as AH/SD causam aos alunos.

    Art. 17. O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer.

    A partir do Artigo 17, colocou-se as tecnologias como um meio de eliminação de barreiras nas áreas de comunicação. Isso amplia as possibilidades de diminuição das barreiras vividas por pessoas com deficiência, TGD e AH/SD.

    O Artigo 18 fala de uma forma de pessoa mediadora entre a pessoa com deficiência, TGD e AH/SD e o obstáculo encontrado. O artigo fala em intérprete de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), braile e outras, que facilite a comunicação.

    Art. 18. O Poder Público implementará a formação de profissionais intérpretes de escrita em braile, linguagem de sinais e de guias-intérpretes, para facilitar qualquer tipo de comunicação direta à pessoa portadora de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação.

    Art. 19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas portadoras de deficiência auditiva, na forma e no prazo previstos em regulamento.

    O Artigo 19 trata sobre meios de amenização para que uma pessoa com deficiência auditiva tenha garantia à informação, seja a partir de sons e imagens ou de LIBRAS. Com a inserção de recursos tecnológicos no campo da inclusão, é necessário que os profissionais tenham uma formação inicial e continuada a ponto de poder utilizá-los com conhecimento. O uso inadequado ou a não utilização pode acarretar prejuízo para o desenvolvimento do aluno, ou mesmo serem desnecessários para que isto aconteça.

    Acerca da inclusão, colocar uma pessoa com deficiência, TGD e AH/SD junto, no mesmo ambiente com pessoas “normais” não é suficiente. A implementação de currículos adaptados, de abrir uma vaga em um meio de trabalho e de colocar em uma sala regular estão aquém do conceito de inclusão. É necessário pensar em como desenvolver com propriedade as metodologias que possam desenvolver e melhorar a aprendizagem por parte desses alunos.

    Na educação especial, uma modalidade considerada recente, as tecnologias assistivas vieram há pouco tempo também. Com isso, muitos professores conhecem, mas não utilizam este recurso tão importante para o desenvolvimento das pessoas com deficiência, TGD e AH/SD.

    Saber que temos em mãos, dentro das escolas e universidades, materiais e programas que podem fazer a diferença no trabalho com alunos destes meios, fazem com que se questione se os cursos de licenciaturas estão contemplando as TA como um conteúdo primordial para a formação inicial de futuros professores que visam à inclusão.

    Algo também intrigante é saber qual a concepção dos professores acerca da metodologia de ensino proporcionadas pela integração de TA. A importância de analisar se eles acreditam que através destes recursos educacionais é possível os alunos com deficiência, TGD e AH/SD terem um desenvolvimento pessoal e escolar mais concreto, é imensa, já que as escolas possuem esses equipamentos disponíveis para utilização. Acredita-se que as TA devem estar presentes no currículo inicial dos educadores para que ocorra um melhor desenvolvimento de alunos com deficiência, TGD e AH/SD.

As tecnologias assistivas e a educação especial

    As TA são vistas como um meio de inclusão. Usá-las com alunos com deficiência, TGD e AH/SD pode ser de grande valia como alternativa metodológica eficaz dentro de sala de recurso ou classe especial.

    Como TA, o Comitê de Ajudas Técnicas - CAT, instituído pela PORTARIA N° 142, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2006 define:

    Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) - Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE) - Secretaria Especial dos Direitos Humanos - Presidência da República).

    Santarosa (1997) define as TA em três grandes grupos, as “TICs como sistemas auxiliares ou prótese para a comunicação” (todo e qualquer meio que facilite a comunicação entre pessoas ou entre pessoas e o mundo); “as TICs utilizadas para controle do ambiente” (recursos que facilitem à pessoa com deficiência a interferir em aparelhos eletrodomésticos, como por exemplo, ligar e desligar as lâmpadas de luz); as “TICs como ferramentas ou ambientes de aprendizagem” (ferramentas ou programas que auxiliem na aprendizagem da pessoa com deficiência); e as “TICs como meio de inserção no mundo do trabalho profissional” (no caso de pessoas com deficiência física, é um recurso que auxilia na admissão em algum meio de trabalho com maior autonomia).

    O foco deste artigo deteve-se no item: “as TICs como ferramentas ou ambientes de aprendizagem”. De certa forma, todas as outras estarão subjetivamente incluídas, já que auxiliam no desenvolvimento e aprendizagem dos alunos delimitados anteriormente.

    As TICs são utilizadas como recursos pedagógicos metodológicos, a fim de melhorar o desempenho da pessoa com deficiência, TGD ou AH/SD dando a elas maior independência e autonomia. Com isso, é possível realizar uma inclusão mais concreta, seja no campo escolar, no trabalho ou na vida pessoal.

    Percebemos também o avanço que estas tecnologias estão alcançando. Encontrar notícias sobre novos recursos, cursos, experiências, faz com que esse tema não seja desconhecido no campo educacional. E, levar o tema a salas escolares está sendo cada vez mais vantajoso.

Tecnologias assistivas incluindo a educação especial

    A tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas. Jogos de computadores e videogames, músicas, filmes, celulares, entre outros, já fazem parte da vida sem mesmo termos a noção de que estão dentro de uma dimensão muito maior. A tecnologia como um todo, que abrange os recursos de áudio, visual, tátil e sensitivo.

    Com isso, a tecnologia também ganhou espaço no contexto educacional, presencial ou não. Na escola, além de ser comum a maioria dos alunos com celulares na mão, são encontrados recursos tecnológicos com fins pedagógicos, educativos e administrativos.

    Segundo González, (2002, p. 184), as respostas das tecnologias para a diversidade deverão ser contempladas como uma via de acesso à participação dos alunos na construção de seu conhecimento e cultura para poderem escolher uma vida independente e autônima. Os recursos pedagógicos são inúmeros, tais como blogs, fóruns, chats, vídeos, filmes, música, jogos educativos, enciclopédias digitais, acervos de artigos, etc. A utilização das TA de maneira que desenvolva os alunos de uma forma mais inclusiva (pedagógica e socialmente), pode ser um trabalho muito melhor do que somente o uso de “lápis e caderno”.

    As salas de informática são encontradas comumente nas escolas. Geralmente, essas salas são usadas com fins muito restritos, sendo que muitas vezes servem somente para mudar o ambiente trabalhado, mas a metodologia é a mesma. Quando isso não acontece, o professor deixa de ser um “transmissor de conhecimento” e passa a ser um orientador, pelo qual o aluno é estimulado a procurar, por exemplo, na internet, mais sobre os assuntos em questão. Isso faz com que os alunos aprendam mais por seus próprios atos e não sejam somente receptores de informações.

    Na Politica Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, elaborada em 2008, fala-se pela primeira vez sobre as TA, dando suporte nas modalidades para pessoas com deficiência, aos indígenas, à Educação de Jovens e Adultos (EJA) e formação profissional, ao atendimento educacional especializado, desde a educação infantil até o ensino superior.

    Como conceito de educação especial, temos,

    A Educação Especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e de aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular (BRASIL, p.10, 2008).

    Com isso, pensa-se que o professor que atue nas salas de atendimento educacional especializado ou em classes especiais, use todos os tipos de recursos e materiais para o melhor desenvolvimento de seus alunos e com o tempo, uma possível inclusão ou acompanhamento em salas regulares. Os materiais são diversos, variando desde trabalhos manuais com objetos recicláveis a tecnologias atuais, como computadores, filmagens e jogos eletrônicos educativos. Sendo que os mais encontrados em escola são os de cunho midiático, como televisão, aparelho de DVD, aparelho de som, sintetizadores de voz, assim como braile e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

    Como atendimento educacional especializado, SEESP/MEC (2008),

    O atendimento educacional especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. (BRASIL, 2008, p.15)

    As TA abrangem a maioria das áreas das deficiências, TGD e AH/SD. Podemos classificá-las em física, intelectual, visual e múltipla, auditiva e as outras responsáveis.

    Neste ramo da educação, o uso da tecnologia como recurso pedagógico é de bastante valia, pois proporciona ao aluno outras oportunidades de comunicação e resolução de tarefas, além de autonomia e segurança. Além disso, para os professores também é importante, já que eles podem encontrar maneiras mais fáceis e eficazes na hora da aplicação de conteúdos.

    Segundo Santarosa (1997, p. 115),

    A importância que assumem essas tecnologias no âmbito da Educação Especial já vem sendo destacada como a parte da educação que mais está e estará sendo afetada pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo nessa área para atender necessidades específicas, face às limitações de pessoas no âmbito mental, físico-sensorial e motora com repercussão nas dimensões sócio afetivas.

    É possível que com a utilização de TA, a interação de pessoas com deficiência, TGD ou AH/SD seja melhor desenvolvida, bem como sua autonomia. Com isso, a minimização do preconceito e a aceitação dos outros podem ocorrer juntas. Como inclusão, podemos pensar em um espaço onde a pessoa, seja ela com ou sem deficiência, sinta-se pertencente à sociedade em que vive.

    As TA devem ser pensadas como recursos que promovem o desenvolvimento. Estas variam da aprendizagem e o desenvolvimento pessoal, como também a autonomia e a independência do aluno com deficiência, TGD e AH/SD, o que pode impulsioná-los para o mercado de trabalho e para uma melhor interação interpessoal.

    A Norma Internacional CNAT, 2005, presente no ISSO 9999, define as TA como:

    [...] qualquer produto, instrumento, estratégia, serviço e prática, utilizado por pessoas com deficiência e pessoas idosas, especialmente produzido ou geralmente disponível para prevenir, compensar, aliviar ou neutralizar uma deficiência, incapacidade ou desvantagem e melhorar a autonomia e a qualidade de vida dos indivíduos.

    A importância dos recursos tecnológico-pedagógicos na educação especial é imensa. Fato que, qualquer maneira ou recurso que possa amenizar as barreiras que a deficiência, TGD e as AH/SD causam no indivíduo, faz com que ele insira-se melhor na sociedade e não sofra tanto preconceito por parte dos outros. Visto que, segundo Vygotsky (1987), todo e qualquer estímulo recebido do ambiente para a pessoa, com deficiência ou não, é fonte de aprendizagem. Os recursos oferecidos em sala e a forma como são utilizados influenciam decisivamente no desenvolvimento do aluno.

    A partir da teoria de Vygotski, chamada de interacionista, podemos afirmar que a criança ou o aluno aprende através da interação com outra pessoa ou meio. As ações cotidianas são vistas como produto para o desenvolvimento e aprendizagem humanos, sempre levando em conta a singularidade de cada um. Pensar em um “professor Vygotskiano”, segundo Freitas (2000), é ter a certeza de que ele fará o papel de mediador do conhecimento, onde a relação se dará entre o aluno e a ação que ele está estabelecendo.

    O desenvolvimento da aprendizagem, bem como autonomia e interação podem minimizar bastante o preconceito da alteridade sobre as pessoas com necessidades especiais. A diminuição ou a neutralização de barreiras arquitetônicas e pedagógicas podem facilitar a aproximação dos indivíduos.

    ...adaptações especiais, como tela sensível ao toque, ou ao sopro, detector de ruídos, mouse alavancado a parte do corpo que possui movimento voluntário e varredura automática de itens em velocidade ajustável, permitem seu uso por virtualmente todo portador de paralisia cerebral qualquer que seja o grau de seu comprometimento motor (CAPOVILLA, 1997, p.196-211).

    Portanto, é de extrema importância conhecer o aluno com deficiência, TGD ou AH/SD, antes que uma metodologia adaptada seja aplicada.

Considerações finais

    Sendo as tecnologias assistivas um recurso adaptado para o desenvolvimento e aprendizagem de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, é necessário que professores que trabalham com esse público aprendam e atualizem-se acerca do assunto.

    A utilização de tecnologias assistivas pode minimizar as dificuldades encontradas por alunos em sala de aula. O uso adequado é de responsabilidade do professor, sendo que, a forma de utilização influenciará o desenvolvimento do aluno.

    Algumas vezes, as tecnologias assistivas são confundidas como sendo somente recursos computadorizados e de tecnologias da informação e comunicação. Ao deixar de lado outras possibilidades, recursos arquitetônicos, pedagógicos, comunicação, entre outros, prejudica-se os professores e os futuros professores em utilizá-las nos trabalhos com seus alunos.

    A partir disso, concluí-se que pelo fato de as tecnologias assistivas terem papel relevante na vida de pessoas com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, o uso delas em sala de aula é muito interessante para que se consiga um melhor desenvolvimento, adaptação e inclusão desses alunos. Por isso, para os cursos de formação de professores e para as licenciaturas, é importante que as tecnologias assistivas sejam bem trabalhadas como recurso tecnológico pedagógico para utilização em sala de recurso ou classe especial, a ponto de chegar-se a um ensino-aprendizagem mais adequado com as necessidades.

Referências

  • BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/ CEB Nº 2 DE 11 DE SETEMBRO DE 2001.

  • BRASIL. Ministério da Educação. Política de Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva. MEC/SEESP, 2008.

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  • GONZÁLEZ, J. A. t. Educação e diversidade: bases didáticas e organizativas. Porto Alegre: Artmed, 2002. Norma Internacional CNAT, 2005.

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  • SCHNETZLER, Roseli P. ROSA, Maria Inês de F. P. dos Santos. A Investigação-ação na Formação Continuada de Professores de Ciências. Revista Ciência e Educação, v. 9, n. 1. 2003.

  • SANTAROSA, Lucila M.C. "Escola Virtual" para a Educação Especial: Ambientes de Aprendizagem Telemáticos Cooperativos como Alternativa de Desenvolvimento. Revista de Informática Educativa, Bogotá/Colômbia, UNIANDES, 10(1): 115-138 1997.

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  • VYGOTSKI, L. A Formação Social da Mente. SP: Martins Fontes, 1987.

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