efdeportes.com

Lombalgia e fatores associados em motoristas
de ônibus urbanos de Santarém, PA

El dolor lumbar y sus factores asociados en conductores de autobuses urbanos en Santarem, PA

Low back pain and associated factors in urban bus drivers of Santarem, PA

 

*Fisioterapeuta, UEPA. Especialista em traumato-ortopedia

desportiva (Faculdade Inspirar, Curitiba-Pr). Mestrando em Biociências

pela Universidade Federal do Oeste do Pará

**Educador Físico, Especialista em Fisiologia do Exercício, FACIMAB, PA

***Fisioterapeuta, Mestre e docente UEPA, Santarém, PA

****Fisioterapeuta, Especialista em Terapia Intensiva neonatal e pediátrica (Faculdade Redentor)

Docente da Universidade do Estado do Pará, Santarém

(Brasil)

João Oliveira e Silva Filho*

joaokc@hotmail.com

Luiz Carlos Rabelo Vieira**

luizcrvieira@hotmail.com

Pedro Odimar dos Santos***

pedrodimar@yahoo.com.br

Patrícia de Alcântara Oliveira****

patydealcantara@hotmail.com

 

 

 

 

Resumo

          Introdução: a lombalgia é uma importante causa de incapacidade, sendo prevalente em todas as culturas. Objetivo: analisar a prevalência de lombalgia em motoristas de ônibus urbano de Santarém-Pa e existência de associação com fatores de risco. Material e métodos: a amostra foi composta de 66 homens (41,4±10,2 anos de idade). Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário adaptado do Quebec Back Pain Disability Scale. Na análise dos dados foi utilizada a distribuição de freqüência em valores absolutos e relativos. Houve aplicação do Odds Ratio (OR), com intervalo de confiança de 95% (IC95%) e significância de 5%. Resultados e conclusão: predominou (77%) na amostra queixa de lombalgia. Não foi encontrada relação do desfecho os fatores de risco, tais como faixa etária, tempo de serviço como motorista, horas de trabalho por dia, pausas no trabalho, acidente/doença envolvendo a região lombar e prática regular de atividade física.

          Unitermos: Epidemiologia. Lombalgia. Saúde do trabalhador.

 

Abstract

          Introduction: low back pain is a major cause of disability and is prevalent in all cultures. Objective: analyzing cases of low back pain in urban bus drivers Santarém-PA and possible association with risk factors. Methods: The sample consisted of 66 men (41.4±10.2 years old). To collect data, a questionnaire adapted from the Quebec Back Pain Disability Scale was applied. The frequency distribution in absolute and relative values ​​was calculated. There was application of the Odds Ratio (OR) with a confidence interval of 95% (95% CI) and 5% significance. Results and conclusion: Was large number of people with low back pain (77%). No relationship between low back pain and risk factors was found (age, length of service, hours of work per day, breaks at work, accident / disease involving the lumbar region and regular physical activity).

          Keywords: Epidemiology. Low back pain. Health worker.

 

Recepção: 30/07/2014 - Aceitação: 05/10/2014.

 

 
EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 19, Nº 199, Diciembre de 2014. http://www.efdeportes.com/

1 / 1

Introdução

    A lombalgia é a dor que acomete a região entre o último arco costal e a prega glútea, com ou sem irradiação para os membros inferiores1. Dentre as patologias osteomioarticulares, merece atenção especial e pode ser considerada como um problema de saúde pública2. Ela é uma importante causadora de incapacidade, ocorrendo em prevalências elevadas em todas as culturas, influenciando negativamente na qualidade de vida das pessoas3. Entre 60% e 80% da população adulta têm ou tiveram um episódio de dor incapacitante na coluna vertebral, principalmente na região lombar4,5,6, ou manifestaram dor nessa região em algum momento de suas vidas, independente da ocupação7, 8.

    A maioria das lombalgias é frequentemente atribuída a fatores mecânicos (posições inadequadas, repetitivas, assumidas no dia-a-dia, associadas às deficiências musculares)9. Baixos níveis de aptidão muscular e esquelética são fatores primários dessa patologia. Diante disso, reconhecesse a importância do fortalecimento dos grupos musculares que protegem a coluna como prevenção da lombalgia10.

    A lombalgia pode ser crônica, quando há presença de dor por sete semanas ou mais, e aguda, caracterizada por dor na última semana, nos indivíduos que relataram positividade para dor nos últimos 12 meses4. Além disso, pode ser classificada como primária ou secundária, com ou sem comprometimento neurológico; mecânico-degenerativa; não-mecânica; inflamatória, infecciosa, metabólica, neoplásica ou secundária à repercussão de doenças sistêmicas11.

    Estudos apontam que a posição mais danosa para o trabalhador é a posição sentada, uma vez que a pressão sobre o disco intervertebral da terceira vértebra lombar (L3) é menor na posição em pé12. Na postura sentada o peso corporal é suportado principalmente pelas tuberosidades isquiáticas da pelve e seus tecidos moles adjacentes, onde algumas porções do corpo suportam maior ou menor carga13. Essa posição pode causar fadiga e sobrecarga nos elementos passivos articulares (cápsulas, ligamentos e discos intervertebrais), ocasionando dessensibilização dos mecanoreceptores teciduais e conseqüente redução ou eliminação da força estabilizadora profunda, gerada principalmente pelo multifídio lombar e transverso abdominal14.

    O encosto do assento influencia na pressão dentro do núcleo intervertebral e no estiramento das estruturas posteriores da coluna, músculos, articulações e nervos15.

    Em vista da peculiaridade do trabalho dos motoristas de transporte coletivo, que constantemente permanecem sentados em seu horário de trabalho e, consequentemente, estão sujeitos a adquirirem patologias em função do seu ofício, julga-se importante o desenvolvimento de estudos com este tipo de público, de modo a contemplar os temas relevantes quanto à saúde do trabalhador16,17,18.

    Diante do exposto, o objetivo do estudo foi analisar a prevalência de lombalgia e os possíveis fatores associados em motoristas de ônibus de Santarém-Pa.

Material e métodos

    Estudo epidemiológico descritivo-transversal19 realizado com motoristas de ônibus urbano cadastrados, em 2011, no Sindicado dos Condutores de Veículos Rodoviários de Santarém-Pa (SCVR). A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado do Pará, Campus Santarém (protocolo nº. 051/11).

    Em 2011, no registro do SCVR, estavam cadastrados aproximadamente 400 profissionais do transporte, dentre os quais 150 eram motoristas de ônibus urbano. Assim, para a definição do tamanho da amostra, efetuou-se o cálculo de forma aleatória simples e para populações limitadas20, com emprego de um erro amostral de 5% para a população de 150 sujeitos. Durante a coleta de dados, porém, foram contatados apenas 66 participantes, entre 22 e 64 anos de idade, com média de 41,4±10,2, os quais participaram da pesquisa, com tempo de profissão acima de sete anos para a maioria (74,2%).

    Os critérios de inclusão foram: possuir idade cronológica superior a 18 anos; estar exercendo suas atividades profissionais até o momento de aplicação do instrumento de coleta de dados; assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido da pesquisa. Os de exclusão foram: responder os questionários de forma errônea; ter sido acometido por qualquer doença não diagnosticada como lombalgia ou patologias a fim semanas antes à aplicação do instrumento de coleta de dados; estar afastado do trabalho por algum motivo.

    Para a coleta de dados, realizada durante uma reunião do SCVR, foi utilizado o questionário validado por Bréder et al.21, adaptado e modificado do Quebec Back Pain Disability Scale. O instrumento é utilizado em estudos epidemiológicos, que pode ser autoaplicável, e tem como finalidade investigar aspectos relacionados à lombalgia, desfecho este que é definido por meio de uma pergunta contida no instrumento.

    Na análise dos dados, organizados em planilhas do Microsoft Office Excel©, versão 2010, as variáveis categóricas (nominais e dicotômicas) foram quantificadas através das frequências absoluta e relativa. Aplicou-se o teste o Odds Ratio (OR) para situações de duas amostras dicotomizadas, com intervalo de confiança de 95% (IC95%). Para tanto, foi utilizada o aplicativo Bioestat® 5.0, com significância de 5%.

Resultados

    Nota-se na amostra a prevalência de motoristas na faixa etária dos 22 aos 43 anos (48,5%), pele não branca (64,6%) e que fazem consumo de bebidas alcoólicas (54,5%) (tabela 1).

Tabela 1. Características gerais da amostra de motoristas de ônibus, Santarém-PA, 2011

    A tabela 2 mostra a satisfação dos motoristas quanto ao trabalho (95,5%), predominância de práticas de atividades físicas e de cansaço física e mentalmente após o trabalho. Foi significativa a quantidade de pausas na jornada diária de trabalho (95,5%), com prevalência de uma apenas (78,8%). Dentre os que referiram realizar uma ou mais pausas (n = 63), a posição andando foi a mais relatada.

Tabela 2. Características pessoais quanto ao trabalho, lazer e prática de atividade física da amostra de motoristas de ônibus, Santarém-PA, 2011

    Dentre os motoristas investigados, 77% referiu ter lombalgia. Além disso, na amostra não foi verificada associação estatística entre fatores de risco e o desfecho lombalgia (tabela 3).

Tabela 3. Prevalência de lombalgia e fatores associados na amostra de motoristas de ônibus, Santarém-PA, 2011

    Quanto às características da lombalgia nos motoristas que referiram senti-la (tabela 4), notou-se prevalência de dor diária (67,9%) e moderada (54,7%).

Tabela 4. Características quanto à lombalgia na amostra de motoristas de ônibus, Santarém-PA, 2011

Discussão

    A partir dos achados mostrados na tabela 2, importante reconhecer que alguns fatores psicológicos (tendência à depressão, sentimento de tristeza, ansiedade) e sociais (baixa educação, insatisfação no trabalho) influenciam na progressão para a cronicidade do mecanismo de lombalgia. A má qualidade das relações com os chefes, somada à ausência de cooperação entre os colegas e de apoio dos superiores, são fatores mais fortemente associados às elevadas taxas de lombalgia22. Estresse, medo, ansiedade e duração da dor são fatores de risco que podem afetar a categoria dos motoristas de ônibus23. Neste estudo, porém, os fatores psicossociais não apresentaram valores determinantes para a visualização de relação com a prevalência de lombalgia na amostra.

    Houve predominância na amostra de motoristas deste estudo de desgaste e físico e mental após a jornada de trabalho. Nesse tocante, pesquisas apontam que as atividades ligadas ao setor de transporte rodoviário são de elevado risco à saúde física e mental do trabalhador. A saúde dos motoristas do setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros é um reflexo das condições de trabalho e de vida desses sujeitos, que geram impactos negativos para os condutores, empresas e sociedade24. Os choques emocionais produzidos pelas agressões no ambiente de trabalho são fatores que intensificam a pressão psicológica na categoria dos motoristas de coletivo25.

    O hábito de praticar atividade física foi prevalente na amostra em questão. Dentro da multicausalidade de fatores de risco da lombalgia, aponta-se a inatividade física. Nesse sentido, reconhece-se a influência da aptidão física como importante fator de proteção nas síndromes lombálgicas2. De fato, a lombalgia há tempos vem sendo considerada, dentre outras, uma doença de pessoas com vida sedentária, ou seja, um subproduto da combinação da aptidão músculo-esquelética deficiente e uma ocupação que sobrecarregue essa região26. Os exercícios físicos contribuem à saúde uma vez que mantêm ou aumentam a melhor aptidão física e mental dos seus praticantes, com efeito nas condições osteomioarticulares e cardiovasculares27. Inclusive, embora controverso, evidências atuais apontam o exercício físico como importante fator de analgesia da dor28.

    Os motoristas de ônibus podem apresentar várias alterações comportamentais e físicas após o ingresso no trabalho. Faria, Amorim e Vancea29, em pesquisa com este público, verificaram mudança no estilo de vida, tais como diminuição da prática de atividade física, má alimentação, aumento de peso e, consequentemente, aumento do risco de desenvolver problemas de saúde.

    Verificou-se que 95,5% da amostra do presente estudo reportaram haver pelo menos uma pausa no trabalho, sendo prevalente uma única pausa apenas (78,8%). A posição de andar foi referida como a mais adotada nas pausas (47,6%). Diante disso, importante citar que o prolongamento da jornada de trabalho, entre outros fatores, potencializa os danos à saúde do trabalhador do setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros. Além disso, as más condições ergonômicas dos veículos de transporte são um aspecto prejudicial para a coluna vertebral dos motoristas que passam horas sentados ao volante, tendo o assento como o principal causador das dores nas costas. O tipo de câmbio e direção nos veículos são elementos ergonômicos importantes para evitar a fadiga no profissional e o surgimento de doenças decorrentes dessa atividade24. Diante disso, considera-se como alternativa eficiente o uso de câmbio automático e da direção hidráulica30.

    A associação existente entre lombalgia e atividades laborais na po­sição sentada é indício para a necessidade de cuidados com a saúde da coluna no ambiente de trabalho31.

    No corrente estudo, houve predomínio do número de participantes que relataram queixa de lombalgia (77%) e a não associação entre o desfecho com fatores de risco (tabela 3). O instrumento utilizado contém uma pergunta que gera o desfecho para lombalgia. Situação similar foi verificada em dois estudos32,33. No primeiro, foi utilizado um questionário cujo objetivo foi determinar a prevalência de dor nas costas e fatores associados em uma amostra de 972 adultos, com idade entre 20 e 69 anos, de ambos os sexos, da cidade de Pelotas-RS, a partir do qual se constatou prevalência de dor nas costas de 63,1%, sendo a região lombar a mais referenciada (40%). No outro estudo os autores verificaram a prevalência em pessoas saudáveis, de 40 a 59 anos de idade, da cidade de Santos-SP, que haviam passado por pelo menos um episódio importante e limitante de lombalgia em suas vidas.

    Ainda na cidade de Pelotas-RS, por meio da aplicação de questionários em 3.182 indivíduos, foi verifica prevalência de lombalgia crônica de 4,2%, sendo 82,6±14,5 dias o tempo médio que a dor perdurou nos sujeitos. Ser do sexo feminino, possuir idade avançada, ser casado(a), ter baixa escolaridade, ser tabagista, apresentar alto índice de massa corporal, realizar movimento repetitivo entre outros, foram os fatores que se associação ao desfecho. Na amostra do presente estudo foi verificada a média de 4,3±6,3 horas (mínimo = 0,5; máximo = 24) de duração da lombalgia34.

    Para a ocorrência de lombalgia, existem efeitos independentes e importantes para demandas psicossociais e físicas no trabalho, com destaque para o manuseio de carga, a inclinação e rotação de tronco, mesmo considerando a idade, sexo e condicionamento físico35.

    Utilizando o Quebec Back Pain Disability Scale, Mosso Neto et al.36 verificaram uma baixa prevalência de lombalgia (3,57% e 10,56%, respectivamente) entre 28 motoristas de ônibus de turismo (36,7±10,04 anos de idade) e 38 de coletivos urbanos (41,4±11,80 anos).

    Em motoristas de ônibus, a lombalgia gera maior impacto na dor e vitalidade relacionados à qualidade de vida16. A manutenção da postura sentada por longos períodos associados ao estresse psicológico e físico decorrente das condições do trânsito, torna o motorista alvo de doenças ocupacionais37,38. A permanência na postura sentada por mais de 4 horas diárias é um dos fatores agravantes para o surgimento de dores lombares. A transmissibilidade de vibrações causadas pelo ônibus também é outro fator agravante39,40.

    Apesar das evidências que suportam a ideia de que os motoristas de coletivo urbano são profissionais potencialmente suscetíveis a adquirir lombalgia41, já foi reportado que as horas trabalhadas na postura sentada apresentam uma baixa correlação com a prevalência de lombalgia42. Acredita-se que tal constatação se deve a limitações dos estudos.

Conclusão

    Verificou-se prevalência de casos de lombalgia em motoristas de ônibus urbano de Santarém-Pa. Apesar disso, não foi encontrada associação significativa entre o desfecho com os fatores de risco elencados no estudo.

Referências

  1. FERREIRA, C. H. J.; NAKANO, A. M. S. Lombalgia na gestação: etiologia, fatores de risco e prevenção. Femina, v. 28, p. 435-438, 2000.

  2. TOSCANO, J. J. O.; EGYPTO, E. P. A influência do sedentarismo na prevalência de lombalgia. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 7, n. 4, p. 132-137, 2001.

  3. EHRLICH, G. E. Lowbackpain. Bulletin - World Health Organization, v. 81, p. 671-676, 2003.

  4. ANDERSSON, G. B. Epidemiological features of chronic low-back pain. Lancet, v. 354, n. 9178, p. 581-585, 1999.

  5. COX, J. M. Dor lombar: mecanismo, diagnóstico e tratamento. São Paulo: Manole; 2002.

  6. KÄÄRIÄ, S.; KAILA-KANGAS, L.; KIRJONEN, J.; RIIHIMÄKI, H.; LUUKONEN, R.; LEINO-ARJAS, P. Low back pain, work absenteeism, chronic back disorders, and clinical findings in the low back as predictors of hospitalization due to low back disorders: a 28-year follow up of industrial employees. Spine, v. 30, p. 1211-1218, 2005.

  7. CALLIET, R. Lombalgias: síndromes dolorosas. São Paulo: Editora Manole; 2001.

  8. MEIRELLES, E. S. Lombalgia: como diagnosticar e tratar. Revista Brasileira de Medicina, v. 60, p. 111-119, 2003.

  9. ANTÔNIO, S. F.; SZAJUBOK, J. C. M.; CHAHADA, W. H. Lombalgias e lombociatalgias: como diagnosticar e tratar. Revista Brasileira de Medicina, v. 52, p. 85-102, 1995.

  10. KISNER, C.; COLBY, L. A. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 4. ed. São Paulo: Manole, 1998.

  11. HELFENSTEIN JUNIOR, M.; GOLDENFUM, M. A.; SIENA, C. Lombalgia ocupacional. Rev Assoc Med Bras, v. 56, n. 5, p. 583-589, 2010.

  12. RUDDY, S.; SLEDGE, C. B. Textbook of rheumatology. Fifth Edition: Philadelphia, 1997.

  13. HUET, M.; MORAES, A. Medidas de pressão sob a pelve na postura sentada em pesquisas de ergonomia. Fisioterapia Brasil, v. 4, n. 6, p. 438-444, 2003.

  14. FRANÇA, F. J. R.; BURKE, T. N.; CLARET, D. C.; MARQUES, A. P. Estabilização segmentar da coluna lombar nas lombalgias: uma revisão bibliográfica e um programa de exercícios. Fisioterapia em Pesquisa, v. 15, n. 2, p. 200-206, 2008.

  15. KAPANDJI, A. I. Coluna lombar. Fisiologia articular. 5. ed. São Paulo: Guanabrara Koogan 2000.

  16. MACEDO, C. S. G.; BATTISTELLA, L. R. Impacto da lombalgia na qualidade de vida de motoristas de ônibus urbanos. Arquivos de Ciência em Saúde da Unipar, v. 11, n. 3, p. 163-167, 2007.

  17. HOFFMANN, A. L. Qualidade de vida dos motoristas de caminhão usuários do Programa Rodopac: um estudo de caso. 75 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. UFSC, Florianópolis, 2004.

  18. QUEIROGA, M. R. Incidência e localização de sintomas de dor em motoristas de ônibus na cidade de Londrina. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 27, p. 121-132, 2002.

  19. PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.

  20. FONTELLES, M. J.; SIMÕES, M. G.; ALMEIDA, J. C.; FONTELLES, R. G. S. Metodologia da pesquisa: diretrizes para o cálculo do tamanho da amostra. Revista Paraense de Medicina, v. 24, n. 2, p. 57-64, 2010.

  21. BRÉDER, V. OLIVEIRA, D. F.; DANTAS, E. H. M.; SILVA, M. A. G. Validação da adaptação e modificação do Quebec Back Pain Disability Scale. Fisioterapia Brasil, v. 7, n. 2, p. 124-131, 2006.

  22. VALAT, J. P. Factors involved in progression to chronicity of mechanical low back pain. Joint Bone Spine, v. 72, n. 3, p. 193-195, 2004.

  23. WEINER, D. K.; RUDY, T. E.; KIM, Y. S.; GOLLAS, A. M. Fatores de pré-disposição clínica da dor lombar persistente em adultos. Revista da Associação Internacional para o Estudo da Dor, v. 112, p. 214-220, 2004.

  24. NERI, M. SOARES, W. L.; SOARES, C. Condições de saúde no setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros: um estudo baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Cadernos de Saúde Pública, v. 21, n. 4, p. 1107-1123, 2005.

  25. PAES-MACHADO, E.; LEVENSTEIN, C. Assaltantes a bordo: violência, insegurança e saúde no trabalho em transporte coletivo de Salvador, Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 18, p. 1215-1217, 2002.

  26. SANTOS, A. C. O exercício físico e o controle da dor na coluna vertebral. Rio de Janeiro: Medsi, 1996.

  27. ACHOUR Jr, A. Estilo de vida e desordem na coluna lombar: uma resposta dos componentes da aptidão física relacionada à saúde. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, v. 1, p. 36-56, 1995.

  28. SOUZA, J. B. Poderia a atividade física induzir analgesia em pacientes com dor crônica? Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 15, n. 2, p. 145-150, 2009.

  29. FARIA, B. K.; AMORIM, G.; VANCEA, D. M. M. Perfil alimentar e antropométrico dos motoristas de ônibus da empresa de transporte coletivo Jotur/Palhoça – SC. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, v. 1, n. 1, p. 11-20, 2007.

  30. SANTOS Jr., E. A; MENDES, R. Estudo das condições de trabalho e saúde de motoristas de ônibus urbanos de Belo Horizonte – MG. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 25, p. 131-142, 1999.

  31. BARROS, S. S.; ÂNGELO, R. C. O.; UCHÔA, É. P. B. L. Lombalgia ocupacional e a postura sentada. Revista Dor, v. 12, n. 3, p. 226-230, 2011.

  32. FERREIRA, G. D.; SILVA, M. C.; ROMBALDI, A. J.; WREGE, E. D.; SIQUEIRA, F. V.; HALLAL, P. C. Prevalência de dor nas costas e fatores associados em adultos do Sul do Brasil: estudo de base populacional. Revista Brasileira de Fisioterapia, v. 15, n. 1, p. 31-36, 2011.

  33. MALATEAUX, J. M.; RICCI, F. R.; FRAGOSO, Y. D. Investigation of low back pain in a non-hospital population of the coastline of the State of São Paulo. Revista Dor, v. 12, n. 1, p. 19-22, 2011.

  34. SILVA, M. C.; FASSA, A. G.; VALLE, N. C. J. Dor lombar crônica em uma população adulta do Sul do Brasil: prevalência e fatores associados. Cadernos de Saúde Pública, v. 20, n. 2, p. 377-385, 2004.

  35. FERNANDES, R. C. P.; CARVALHO, F. M.; ASSUNÇÃO, A. Á.; SILVANY NETO, A. M. Interactions between physical and psychosocial demands of work associated to low back pain. Revista de Saúde Pública, v. 43, n. 2, p. 326-334, 2009.

  36. MOSSO NETO, J. F.; BARRETO, A. C. M.; SÁ, V. W. B.; MAINI, R. M. D. D. Análise comparativa da prevalência de lombalgia entre motoristas de ônibus de turismo e coletivo urbano. Novo Enfoque, v. 6, p. 1-8, 2008.

  37. MORAES, L. F. S. Os princípios das cadeias musculares na avaliação dos desconfortos corporais e constrangimentos posturais em motoristas do transporte coletivo. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. UFSC, Florianópolis, 2002.

  38. FERREIRA, S. A. Ocorrência de dor na coluna vertebral em motoristas de ônibus e bombeiros militares. Unopar Científica: Ciências Biológicas e da Saúde, v. 7, n. 1, p. 21-25, 2005.

  39. DE VITTA, A. A lombalgia e suas relações com o tipo de ocupação, com a idade e o sexo. Revista Brasileira de Fisioterapia, v. 1, n. 2, p. 67-72, 1996.

  40. BALBINOT, A.; TAMAGNA, A. Avaliação da transmissibilidade de vibração em bancos de motoristas de ônibus urbanos: um enfoque no conforto e na saúde. Revista Brasileira de Engenharia Biomédica, v. 18, n. 1, p. 31-38, 2002.

  41. ROSA, G. M. M. V.; GABAN, G. A.; PISTARINO PINTO, L. D. Adaptações morfofuncionais do músculo estriado esquelético relacionadas à postura e ao exercício físico. Fisioterapia Brasil, v. 3, n. 2, p. 100-107, 2002.

  42. BRÉDER, V.; OLIVEIRA, D. F.; DANTAS, E. H. M.; SILVA, M. A. G. Prevalência de lombalgia em motoristas de ônibus urbano. Fisioterapia Brasil, v. 7, n. 4, p. 290-294, 2006.

Outros artigos em Portugués

  www.efdeportes.com/
Búsqueda personalizada

EFDeportes.com, Revista Digital · Año 19 · N° 199 | Buenos Aires, Diciembre de 2014
© 1997-2014 Derechos reservados