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Doenças reumáticas no Brasil: revisão de estudos epidemiológicos

Enfermedades reumáticas en Brasil: revisión de estudios epidemiológicos

Rheumatic Diseases in Brazil: Review of epidemiological studies

 

*Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), Goiânia, GO

**Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), Goiânia, GO

***Fisioterapeuta Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília (UNB)

Docente da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Goiânia, GO

(Brasil)

Fernanda Martins de Carvalho*

fernanda_carvalhoo@hotmail.com

Murielle Celestino da Costa**

murielleccosta@gmail.com

Tânia Cristina Dias da Silva***

tania.ft@gmail.com

 

 

 

 

Resumo

          Introdução: É grande o número de patologias reumáticas, variando em sintomatologia e evolução. Já acometem grande parte da população brasileira, sendo de maneira mais prevalente no sexo feminino e na faixa etária entre 30 e 40 anos. Em destaque a osteoartrite é considerada a doença reumática mais prevalente no Brasil. Objetivo: Apresentar os principais dados epidemiológicos das doenças reumáticas descritos nas publicações de estudos epidemiológicos realizados no Brasil. Métodos: Para a revisão de literatura foram utilizadas as seguintes bases de dados: Medline, PubMed, Scielo, Lilacs e Portal de Periódicos da Capes. Os descritores usados foram: reumatologia, doenças reumáticas, incidência, prevalência, epidemiologia, freqüência, osteoartrite, fibromialgia, artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico e seus correspondentes em inglês. Como critérios de inclusão foram selecionados artigos que possuem os dados epidemiológicos sobre as principais doenças reumáticas, em destaque a prevalência em idade e sexo. Resultados: Após a busca foram encontrados 28 artigos, lidos 17 na íntegra e selecionados 9 artigos de acordo com o objetivo da pesquisa. Os estudos foram realizados em diferentes populações brasileiras com abordagem sobre patologias reumáticas mais comuns no Brasil e suas características como prevalência em idade, sexo e sintomas. Considerações finais: Com este estudo, foi possível verificar que em relação às doenças reumáticas mais comuns no Brasil a prevalência de acometimento ocorreu no sexo feminino e na idade média na faixa etária entre 35 e 40 anos. Novos estudos com dados epidemiológicos sobre doenças reumáticas no Brasil são necessários para possibilitar uma melhor abordagem dos pacientes e ainda estimular medidas de saúde pública.

          Unitermos: Doenças reumáticas. Epidemiologia. Prevalência.

 

Abstract

          Introduction: A great number of rheumatic diseases, ranging in symptoms and evolution. Already affect a large part of the population, being so prevalent in female and aged between 30 and 40 years. Featured osteoartrite is considered a rheumatic disease most prevalent in Brazil. Objective: To present the main epidemiological data of rheumatic diseases described in the publications of epidemiological studies in Brazil. Methods: For the literature review we used the following databases: Medline, PubMed, SciELO, Lilacs and Journals Portal Capes. The keywords used were: rheumatology, rheumatic diseases, incidence, prevalence, epidemiology, frequency, osteoarthritis, fibromyalgia, rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus and their equivalents in English. Inclusion criteria were selected articles that have epidemiological data on the major rheumatic diseases, highlighted the prevalence in age and sex. Results: After the search found 28 articles, 17 read in full and 9 items selected according to the research objective. The studies were conducted in different Brazilian populations with rheumatic diseases on approach most common in Brazil and its characteristics as prevalence by age, sex and symptoms. Conclusions: In this study, we found that compared to most common rheumatic diseases in Brazil the prevalence of involvement occurred in females and the average age in the age group between 35 and 40 years. Further studies with epidemiological data on rheumatic diseases in Brazil are required to enable better management of patients and stimulate further public health measures.

          Keywords: Rheumatic diseases. Epidemiology. Prevalence.

 

 
EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 18, Nº 184, Septiembre de 2013. http://www.efdeportes.com/

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Introdução

    As doenças reumáticas são ainda hoje conhecidas na população pelo termo geral reumatismo, que apesar de consagrado não é correto, pois as doenças reumáticas abrangem um número elevado de patologias que possuem em comum o comprometimento do sistema musculoesquelético, mas que podem apresentar sintomatologia e evolução diferentes. Essas doenças podem ser classificadas de acordo com os mecanismos de lesão ou sua localização preferencial e seus dados epidemiológicos são bastante variados19.

    De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil, as doenças reumáticas já afetam aproximadamente 12 milhões de brasileiros. Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, a maior prevalência é entre as mulheres na faixa etária entre 30 e 40 anos. Entre as doenças reumáticas, a osteoartrite é o tipo mais comum da doença4.

    O objetivo deste estudo é apresentar os principais dados epidemiológicos das doenças reumáticas descritos nas publicações brasileiras. É importante conhecer a predominância de patologia, de sexo, idade, cor, principais sintomas das doenças reumáticas, pois podem fundamentar a assistência oferecida a estes pacientes. Estudos epidemiológicos podem ainda ser úteis para a melhoria da qualidade do atendimento e melhores definições sobre causas, frequências, tipo, gravidade, faixas etárias, etnias, comunidades bem como dos recursos que são utilizados e suas adequações. Os resultados desses estudos podem favorecer políticas públicas influenciando melhoras no atendimento ao paciente12.

Materiais e métodos

    Trata-se de uma revisão sistemática da literatura por meio da estratégia de busca nas bases eletrônicas de dados Medline, PubMed, Scielo, Lilacs, Portal de Periódicos da Capes e com adição dos estudos encontrados a partir das referências destes.

    Os descritores utilizados foram: reumatologia, doenças reumáticas, incidência, prevalência, epidemiologia, frequência, osteoartrite, fibromialgia, artrite reumatóide, lúpus eritematoso sistêmico e seus correspondentes em inglês.

    Foram incluídos artigos publicados nos últimos 16 anos. Os artigos selecionados possuem os dados epidemiológicos sobre as principais doenças reumáticas no Brasil, em destaque a prevalência em idade e sexo. Foram excluídos os artigos que não se enquadraram nos critérios de inclusão citados.

    A estratégia de busca da pesquisa baseou-se, inicialmente, na procura de artigos nas bases eletrônicas de dados e, com base nas referências importantes contidas nos artigos adquiridos processou-se uma nova busca pelos artigos de interesse. Sendo sempre observado critérios de inclusão e nível de importância para utilização. O processo de busca por artigos ocorreu entre dezembro do ano de 2012 e fevereiro do ano de 2013.

Resultados

    Após o processo de busca, foram encontrados 28 artigos, com estudos realizados no Brasil. Foram lidos os resumos dos artigos, com aplicação dos critérios de inclusão. Foram lidos 17 artigos na íntegra e ao final, selecionados 9 artigos científicos realizados em diferentes populações brasileiras (Tabela 1).

Tabela 1. Identificação dos artigos incluídos na revisão

    Foram incluídos estudos das principais doenças reumáticas no Brasil. Dessa forma foram realizados em populações isoladas, em diversas cidades do Brasil, e apresentaram dados como amostra, idade média e predominância de sexo (Tabela 2).

Tabela 2. Dados epidemiológicos de cada estudo

    Foi possível identificar as principais manifestações clínicas presentes nas patologias reumáticas. São distintas entre as patologias diferentes e comuns nos estudos que abordaram a mesma patologia. A manifestação clínica comum na doenças Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) foi manifestação cutânea, na Fibromialgia houve destaque para a depressão e na Osteoartrite as manifestações foram prevalentes na articulação do joelho (Tabela 3).

Tabela 3. Manifestações clínicas prevalentes

Discussão

    Estudos com dados epidemiológicos e clínicos envolvem a distribuição e os determinantes das doenças, como idade, sexo, predominância de sintomas e acometimentos10.

    É importante conhecer dados epidemiológicos e clínicos das doenças reumáticas de pacientes atendidos em determinada região, pois é possível identificar principais sintomas e sinais apresentados pelos pacientes. É possível também conhecer em qual faixa etária e qual sexo ou raça a doença vem sendo mais comum, além de qual tratamento tem sido mais utilizado e quais efeitos positivos geram na qualidade de vida e funcionalidade do paciente com diagnóstico clínico reumatológico15.

    Informações epidemiológicas são de grande relevância no planejamento e avaliação de estratégias de prevenção das doenças e orientam a abordagem terapêutica nos indivíduos que já estão doentes6,9. Podem fundamentar diversos tratamentos oferecidos a estes pacientes, tal como a Fisioterapia, muito indicada atualmente para pacientes com doenças reumáticas13.

    O grupo abundante de doenças reumáticas é formado por subgrupos caracterizados por particularidades como a localização preferencial e mecanismo de lesão. Os subgrupos são doenças reumáticas auto-imunes, vasculites sistêmicas, espondiloartropatias soronegativas, artropatias relacionadas a processos infecciosos, artropatia degenerativa, doenças osteometabólicas, artropatias microcristalinas e reumatismos extra-articulares19.

    Em destaque nesses subgrupos estão as principais doenças encontradas nos Brasil: Osteoartrite (OA), Fibromialgia (FM), Artrite Reumatóide (AR) e Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Sendo que a Osteoatrite é uma doença articular degenerativa, a fibromialgia um reumatismo extra-articular a Artrite Reumatoide e o Lúpus Eritematoso Sistêmico doenças difusas do tecido conjuntivo20.

    Essas principais doenças reumáticas no Brasil foram detalhadas no estudo de Senna et al. Com um estudo epidemiológico feito em Montes Claros, para estimar a prevalências de doenças reumáticas naquela população, com uma amostra de 3038 indivíduos. Foram identificados 219 pessoas com doenças reumáticas, com média de idade de 37 anos, com predominância nas mulheres, sendo a Osteoatrite a mais comum, seguida de Fibromialgia.

    Neste trabalho foram apresentados resultados de estudos epidemiológicos em quatro regiões distintas do País. Dois estudos no Nordeste, um na região Norte, quatro na região Sudeste e dois na região Sul do Brasil.

    Em relação à Osteoartrite, doença reumática mais comum, um estudo de Rosis et al. verificou a prevalência em 36,9 % do total de idosos, com 70,9 % do sexo feminino e com maior acometimento na articulação do joelho (29,5%)17. Em outro estudo, em uma clínica de ortopedia Paulista, o sexo feminino também foi o mais afetado (62,37%) com idade média entre 51 e 60 anos. O maior acometimento foi na articulação do joelho e da coluna lombar16.

    Estudos epidemiológicos sobre Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) convergem para resultados próximos. De acordo com Assis e Baaklini, o LES tem incidência variável, apesar de que na maioria dos estudos a incidência é intensa na 3ª década de vida. É uma doença de distribuição universal, sendo muito mais frequente em mulheres do que em homens1.

    No estudo clínico e epidemiológico de Conde et al. a prevalência de LES foi em mulheres, com faixa etária entre 20 e 30 anos. Em relação às manifestações clínicas houve prevalência de 66,7% com distúrbios hematológicos e 62,5% com distúrbios renais (62,5%).7. Em outro estudo, de Bezerra et al., a prevalência de LES também foi no sexo feminino e com idade média de 31,6 anos. A manifestação clínica mais comum foi manifestação cutânea em especial a relacionada à fotossensibilidade3.

    Em uma pesquisa de incidência em uma população de Natal-RN, o sexo feminino foi mais acometido, numa proporção de 14,1: 5 e a idade média foi de 31, 821. Freitas e Proença obtiveram resultados, em uma pesquisa relacionada a uma Clínica em São Paulo, de predominância de LES no sexo feminino em uma proporção de 3,4;1 e a média de idade foi de 32,3 anos. A manifestação clínica mais comum em 90,4% foi lesão cutânea discoide.11.

    Sobre Artrite Reumatóide (AR) ainda são raros os estudos epidemiológicos em populações no Brasil. Entretanto, de acordo com Laurindo et al., a AR tem característica de afetar mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em uma pesquisa retrospectiva de Beterro et al., relacionada a pacientes com AR, foram encontrados 198 pacientes. Sendo que 29 do sexo masculino e 169 do sexo feminino, com idade média de 51,6 anos. A síndrome de Sjögren secundária foi a manifestação ocular mais prevalente em pacientes com Artrite Reumatóide 2.

    A segunda patologia reumática mais comum, a Fibromialgia, tem prevalência de 2% na população geral. A proporção de mulheres para homens é de aproximadamente 6 a 10:1. A maior prevalência está na faixa etária entre 30 e 50 anos17.

    O estudo de Costa et al. realizado em um Hospital de Salvador com 120 pacientes obteve resultados ao sexo e idade predominante. Todos os pacientes eram do sexo feminino, com idade média de 29,8 anos. Em relação à manifestações clínicas a dor difusa foi encontrada em todas as pacientes e fadiga em 94,2%. Ansiedade foi referida por 105 pacientes (87,5%) e depressão por 47 (39,2%)8. Em Curitiba, na pesquisa de Castro et al., também foram encontrados resultados relacionados a fibromialgia. Dos 94 pacientes 7,5% eram homens e 92,5% mulheres. Sessenta e cinco pacientes (69,14%) apresentaram enxaqueca e 8 pacientes (8,51%) apresentaram cefaléia. Setenta e quatro pacientes (78,72%) relataram distúrbios do sono, houve prevalência de depressão em 83% dos pacientes. Trinta e cinco (37,23%) relataram fenômeno de Raynaud e 81 (86,17%) relataram sintomas de rigidez. Parestesias foram descritas por 83 pacientes (88,29%) e palpitações, por 76 pacientes (80,85%)5.

Considerações finais

    De acordo com a análise dos artigos selecionados para a revisão é possível constar que ainda há, no Brasil, poucos estudos epidemiológicos sobre patologias reumáticas. Apesar da grande frequência que estas doenças manifestam-se nas populações brasileiras.

    Através dos artigos analisados é possível perceber que no grupo das principais doenças reumáticas no Brasil estão a osteoartrite, fibromialgia, artrite reumatóide e lúpus eritematoso sistêmico. A prevalência é clara no sexo feminino e a idade média para essas doenças está na faixa etária entre 35 e 40 anos.

    Há, de fato, a necessidade de outras contribuições em pesquisas epidemiológicas na área de reumatologia, principalmente em no Centro Oeste, local onde ainda são escassos. Um aumento da produção de estudos epidemiológicos no Brasil podem possibilitar uma melhor abordagem dos pacientes e estimular medidas de saúde pública.

Referências

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