efdeportes.com

Comparação da força de preensão palmar do membro 

dominante e não dominante de judocas de diferentes idades

 

*FISIO2EX, Centro de Pesquisa e avaliação Física em Performance Humana

da Universidade Presidente Antônio Carlos, UNIPAC, Uberlândia, MG

**CENESP – NIAFIS - FAEFI – UFU, Universidade Federal de Uberlândia

***Centro Universitário do Planalto de Araxá, UNIARAXÁ

****Centro Universitário do Triângulo – UNITRI

(Brasil)

Robson da Silva Medeiros*

Fernando Nazário-de-Rezende* **

Vanessa Silva de Oliveira***

Fernanda Parreira da Costa****

nazario_rezende@hotmail.com

 

 

 

 

Resumo

          O objetivo deste trabalho foi comparar a força do membro dominante com o não dominante através da preensão palmar em dois grupos com 25 judocas. O primeiro grupo era composto por 25 atletas de 7 a 10 anos, com medias de idades entre 8,4±1,08 anos, massa corporal 33,5±11,8 kg e estatura 135,18±7,84cm; o segundo grupo era composto por 25 atletas de 11 a 14 anos com medias de idades entre 12±1,04 anos, massa corporal 54,57±19,31 kg e estatura 154,85±10,72cm. Para obtenção dos resultados foi utilizado um aparelho de preensão palmar Oswaldo Filizola, um estadiômetro profissional da marca Sanny® e balança digital Filizola Personal. O avaliado foi posicionado de pé, tronco ereto, pernas semi afastadas, braço aduzido paralelo ao tronco, cotovelo flexionado a 90 graus estando antebraço e punho em semi pronação. Cada voluntário realizou três tentativas para cada membro, sendo utilizada a maior medida para posterior análise estatística dos resultados. De acordo com testes estatísticos, teste T pareado, com o nível de significância estabelecido em 0,05, chegou-se aos seguintes resultados: Foi encontrado diferença significativa (p=0,002) para o primeiro grupo 7 a 10 anos e segundo grupo 11 a 14 anos (p=0,000) quando comparado a força de preensão palmar do membro dominante com o não dominante. Foi verificado também uma progressão na força de 40.8% membro dominante e 40.2% membro não dominante para o segundo grupo. Concluímos que a força de preensão palmar do membro dominante é maior quando comparada com a do membro não dominante em judocas com idades entre 7 e 14 anos.

          Unitermos: Judô. Força. Preensão palmar.

 

 
http://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 15 - Nº 146 - Julio de 2010

1 / 1

Introdução

    A força muscular é considerada uma capacidade motora determinante para a excelência do desempenho esportivo. Em seus estudos Pulkinen, (1) considera a força como o principal componente do sucesso na execução técnica de um dado movimento, entre as demandas físicas requeridas durante o combate do judô.

    Apesar de ser um esporte originariamente nipônico, em que se preconiza apenas o gesto técnico, as necessidades competitivas, exigiram que o Judô brasileiro adquirisse características européias, havendo assim, nítida transição do judô-espetáculo para o judô-força (2), onde cada vez mais se exige melhor preparação física e avaliações que potencializam o desempenho (3).


    A avaliação da aptidão física vem sendo amplamente estudada, tanto para fornecer informações e/ou classificações e, como forma de desenvolver uma melhor análise dos efeitos do treinamento. Através dela, é possível registrar as condições iniciais do judoca; a distância do estado ideal, confirmar se o treinamento está sendo eficaz e se os resultados esperados foram alcançados. Esta avaliação constitui uma das principais fases do processo de treinamento do judoca, permitindo melhor adequação das cargas de trabalho a ser utilizadas no treinamento (4).

    Dentro do processo avaliativo, a força de preensão é um dos elementos básicos para a pesquisa das capacidades manipulativas, de força e de movimento da mão (5). Acredita-se que o uso do dinamômetro na avaliação da preensão palmar estabeleça parâmetros confiáveis na mensuração da força muscular, (6).

    A mão humana é um instrumento complexo que se destina à manipulação de objetivos múltiplos. Como órgão sensorial, a mão é uma extensão do cérebro no fornecimento de informações do ambiente, também assume papel importante como órgão do sistema locomotor, exercendo grande influência no cotidiano, combinando força e destreza, (7).

    Em diversos esportes, as mãos são utilizadas em determinadas situações, com movimentos de alto grau de habilidade, força e resistência muscular, que unidos, permitem a obtenção de um bom desempenho (8,9). Tendo em vista que muitos esportes utilizam o movimento de preensão na prática esportiva, informações sobre esta característica são úteis para desenvolver protocolos específicos para o fortalecimento das mãos do atleta e a prevenção de lesões (10,11).

    De acordo com Skorodumova (12) diferenças unilaterais na força (membro dominante e não dominante) em atletas de diferentes modalidades podem surgir no decorrer dos anos devido á especificidade do treinamento sistemático, podendo refletir em ganhos ou diminuição do desempenho esportivo. Neste sentido, o objetivo do nosso trabalho foi comparar a força do membro dominante com o não dominante através da preensão palmar em dois grupos de judocas do gênero masculino com idades entre 7 e 14 anos.

Materiais e métodos

Amostra

    A amostra foi composta por 50 judocas do gênero masculino, divididos em dois grupos. O primeiro grupo era composto por 25 atletas com medias de idades entre 8,4±1,08 anos, massa corporal 33,5±11,8 kg e estatura 135,18±7,84cm. O segundo grupo foi composto por 25 atletas com medias de idades entre 12±1,04 anos, massa corporal 54,57±19,31 kg e estatura 154,85±10,72cm, sendo ambos do gênero masculino. Todos os atletas fazem parte da equipe de competição de judô do Praia Clube da cidade de Uberlândia – MG - Brasil, e participam de cerca de quatro a seis sessões semanais de atividades de treinamento no clube, com duração media de duas horas por sessão.

Procedimentos gerais

    Antes da realização dos registros de preensão palmar os voluntários receberam informações sobre a pesquisa e foram submetidos a testes de familiarização. Em seguida assinaram um termo de consentimento de participação do estudo e publicação dos resultados de acordo com a resolução n.° 196/96 do Conselho Nacional de Saúde.

    Foi realizada uma repetição para cada membro como exercícios preparatórios antes da execução da avaliação da preensão palmar. As tentativas de preensão palmar foram realizadas três vezes com intervalos contralaterais entre as repetições, sendo utilizada a maior medida das três tentativas para posterior análise estatística dos resultados. Mathiovetz et. al. (13) recomendam que a média de três tentativas seja utilizada, alegando que este método resulta em melhor confiabilidade teste-reteste comparado àquela obtida com uma tentativa ou com a melhor entre duas tentativas.

Técnica de avaliação da preensão palmar

    O avaliado foi posicionado de pé com o tronco ereto, pernas semi afastadas, braço aduzido paralelo ao tronco, cotovelo flexionado a 90 graus estando antebraço e punho em semi pronação.

Equipamentos

    Para obtenção dos resultados foi utilizado um aparelho de preensão palmar Oswaldo Filizola. A estatura dos atletas foi aferida com uso de um estadiômetro profissional da marca Sanny® sendo a massa corporal medida utilizando-se de uma balança digital Filizola Personal.

Análise estatística

    Com intuito de verificar a existência ou não de diferenças significativas entre as medidas de força de preensão palmar do membro dominante e não dominante, foi aplicado o teste T pareado de Student (14), aos resultados obtidos com os 50 voluntários. O nível de significância foi estabelecido em p<0,05.

Resultados

    As tabelas I e II fornecem as estatísticas descritivas da comparação dos resultados obtidos na análise da força de preensão palmar do membro dominante e não dominante de judocas.

    Segundo os resultados apresentados na figura 1 relacionados aos judocas com idades entre 7 e 10 anos e figura 2 representando os judocas com idades entre 11e 14 anos, quando comparadas às médias da força de preensão palmar do membro dominante e não dominante, foram encontradas diferenças significativas para o grupo grupo 7 a 10 anos (p=0,002) e grupo 11 a 14 anos (p=0,000).O membro dominante obteve resultados de força superior ao membro não dominante para as dois grupos estudados.

Tabela I. Comparação entre médias e desvio padrão (DP) de força preensão palmar do membro dominante e não dominante de judocas com idades entre 7 e 10 anos

Voluntário

IDADE (anos)

PESO (kg)

ESTATURA

Força (kg)

Membro Dominante

Força (kg)

Membro Não Dominante (kg)

Prática do esporte

(anos)

1

7

39,3

136

13,5

11,7

4

2

7

24,5

128,5

11

8

2

3

7

27,1

125

12,5

13,5

4

4

7

29,3

127,5

12

9

3

5

7

20,7

118

11,5

7

2

6

7

21,8

122

10,5

12,5

2

7

8

39,1

141

14

15

2

8

8

27,9

136

12,5

10,5

2

9

8

28,5

140

16

16

2

10

8

24,8

132

11,5

10

1

11

8

50,6

137

15

12,5

1

12

8

26,3

132

12,5

12,5

1

13

8

28,2

131,5

7,5

6,5

2

14

8

30

136

13

10

1

15

9

41,5

131,5

11

9,5

0,5

16

9

32,4

130

14

11

4

17

9

44

149

24,5

19,5

1

18

9

38,4

144

12,5

14

1,5

19

9

27,6

131

11,5

10

1

20

9

57

149

20

22

1

21

10

35,5

140

17,5

18

2

22

10

33,1

137,5

15,5

15

4

23

10

33

139

16

13,5

1

24

10

39,7

140

16

14

1

25

10

48,7

146

22,5

20

0,5

Média / Desvpad

8,4±8,4

33,96±9.3

135,18±7.8

14,16±3.8

12,85±4.2

1,86±1.2

 

Tabela II. Comparação entre médias e desvio padrão (DP) de força preensão palmar do membro dominante e não dominante de judocas com idades entre 11 e 14 anos

Voluntário

IDADE (anos)

Massa (kg)

Estatura (cm)

Força (kg)

Membro Dominante

Força (kg)

Membro Não Dominante

Prática do esporte

(anos)

1

11

38,2

149,00

22

23

0,5

2

11

40,2

150,00

24

22,5

7

3

11

49,9

159,00

16,5

12

1

4

11

32,2

148,00

17,5

15

0,5

5

11

43,4

148,00

20,5

15

0,5

6

11

56

152,00

25

20,5

0,5

7

11

48,5

149,00

22,5

18,5

2

8

11

31,8

138,00

15

13,5

2

9

11

58

162,50

24

25

1

10

11

31,9

141,00

17,5

16

3

11

11

54,4

152,00

11,5

14,5

2

12

12

34,8

131,00

13,5

12

5

13

12

41,6

147,50

17

19

0,5

14

12

42

160,00

19,5

16,5

1

15

12

32,8

147,00

14

11

0,5

16

12

59,6

151,00

23,5

19

1

17

13

62,6

159,70

27,4

27

4

18

13

91,3

171,00

40

36

7

19

13

67

163,00

23

22,5

0,5

20

13

103,7

170,00

44,5

39

1

21

13

62,4

153,00

22

20

8

22

13

56,7

161,50

29,5

24,5

1

23

13

79,2

167,00

31,5

29

3

24

14

82,9

173,00

38

29,5

9

25

14

63,1

168,00

38,5

37,5

7

Média/DesvPad

12±1,04

54,57±19.31

154,85±10,72

23,92±8.81

21,52±7.95

2,74±2,76

 

Figura. 1. Comparação entre médias e desvio padrão (DP) de força preensão palmar do membro 

dominante e não dominante de judocas com idades entre 7 e 10 anos. *significância de p<0,05.

Figura. 2. Comparação entre médias e desvio padrão (DP) de força preensão palmar do membro

dominante e não dominante de judocas com idades entre 11 e 14 anos. *significância de p<0,05

Discussão

    Aspecto especial a ser considerado no treinamento de força máxima no judô é o desenvolvimento da força de preensão manual, uma vez que o atleta com domínio da pegada normalmente tem o controle da luta e maior chance de vitória (3).

    Em seus estudos, Fernandes e Bouzas (15) analisaram 386 atletas de diferentes modalidades esportivas, indicando que não existem diferenças significava nas modalidades atletismo e jiu-jitsu. Entretanto, existe diferença significativa para as modalidades de tênis de campo, moto cross, handebol, karatê e judô. Dados esses que vão de encontro aos nossos achados onde foram encontradas diferenças significativas na comparação da força de preensão palmar do membro dominante com o não dominante nos dois grupos de judocas estudados. Estes indicadores apontam para a especificidade de um segmento corporal, influenciado possivelmente pelo tipo ou técnica de treinamento ou ainda exigência de competições (15).

    Petersen et.al.(16) encontraram uma diferença de 11% quando compararam escores de força da mão dominante e não dominante em 149 voluntários não atletas participantes de seu estudo. Em nosso estudo encontramos diferença de 9.2% para o grupo 7 a 10 anos e 10% grupo 11 a 14 anos. Já Schmidt e Toews (17)analisaram dados da mão direita e esquerda separadamente e encontraram que 22,6% dos homens tinham mais força em suas mãos não dominantes, e 5,4% tiveram índices de força semelhantes bilateralmente. Neste estudo, 28% dos homens tiveram força de preensão em suas mãos não dominantes iguais ou superiores ao índice de força de preensão de sua mão dominante (17).

    Outro dado importante verificado em nosso estudo foi progressão na força de preensão palmar do grupo de 11 a 14 anos quando comparado com o grupo 7 a 10 anos, os resultados foram 40.8% membro dominante e 40.2% membro não dominante.

Evidências encontradas na literatura sugerem que as variáveis sexo, idade, peso e altura influenciam no resultado da avaliação de força de preensão manual. No que tange à variável sexo, vários estudos documentaram que adultos do sexo masculino têm a força de preensão significantemente maior quando comparados com adultos do sexo feminino (18,19,20,21). Já outras investigações identificaram que a força de preensão apresenta uma relação curvilínea com a idade (20). Geralmente, ocorre um aumento da força de preensão com o aumento da idade, alcançando um pico entre 25 e 39 anos, e posteriormente, uma diminuição gradual com o passar dos anos (20,22,23).

    Diante disto em processo de treinamento de muitos anos, Barbanti (24) cita que o grau de especificidade do treino deve evoluir gradativamente em conjunto com a melhoria da performance do atleta e com seu processo de crescimento e desenvolvimento, principalmente quanto se trata de atletas jovens.

    Neste estudo ficou evidenciado que a força de preensão palmar do membro dominante é maior quando comparada com a do membro não dominante em judocas. Podendo isto ter acontecido devido á especificidade do treinamento ou não. A avaliação desta valência pode auxiliar na elaboração de treinos, podendo ser uma importante estratégia para a melhora do desempenho. No entanto, se faz necessário investigar se tal fenômeno está presente em atletas de outras modalidades esportivas.

Conclusão

    De acordo com nossos estudos verificamos que a força de preensão palmar do membro dominante é maior quando comparada com a do membro não dominante em judocas com idades entre 7 e 14 anos.

Referências bibliográficas

  1. PULKINEN WJ. The sport science of elite judo athletes. 1st ed. Ontario: Pulkinetics Inc; 2001.

  2. JÚNIOR, OROZIMBO CORDEIRO; FERREIRA, MARCELO GUINA; RODRIGUES, ANEGLEYCE T. A evolução sócio-histórica do judô: primeiras aproximações. Revista da Educação Física/UEM, 1999, v.10, n.01, p.13-21.

  3. FRANCHINI, E. DEL VECCHIO, F. Preparação Física para Atletas de Judô. Ed.Phorte, São Paulo; 2008.

  4. FRANCHINI, E. Judô: Desempenho Competitivo. 1ª Ed. São Paulo: Manole, p.254, 2001.

  5. JÚNIOR JM, CLIQUET JUNIOR A, GALLO JUNIOR L. Considerações preliminares para o projeto de empunhaduras de dinamômetros. Anais do III Fórum Nacional de Ciência em Saúde; 1996 Oct 13-17; Campos do Jordão, Brasil. p. 17-8.

  6. MOREIRA, D., ALVAREZ, R. Mensuração da força de preensão palmar em pacientes portadores de Hanseníase atendidos em nível ambulatorial. Arq Ciênc Saúde Unipar, 6 (3): 107-113, 2002.

  7. PASCUCCI A. The hand and your functions. JHand Surg 2005; 30A (4): 405-608.

  8. SILVA ACK. Estudo biomecânico da preensão manual em atletas de diferentes modalidades esportivas. (Dissertação– Centro de Ciências da Saúde e do Esporte). Florianópolis (SC): Universidade do Estado de Santa Catarina; 2006.

  9. TSUJI, S. TSUNODA, N. YATA, H. KATSUKAWA, F. ONISHI, S. YAMAZAKI, H. Relation between grip strength and radial bone mineral density in young athletes. Arch Phys Med Rehabil 1995;76(3):234-238.

  10. VISNAPUU M, JÜRIMÄE T. Handgrip strength and hand dimensions in young handball and basketball players.J Strength Cond Res 2007;21(3):9

  11. FRY AC, D CIROSLAN, FRY MD, LEROUX CD, SCHILLING BK, CHIU LZ. Anthropometric and Performance Variables Discriminating Elite American Junior Men Weightlifters.J Strength Cond Res 2006;20(4):861-866.

  12. SKORODUMOVA, A.P. Tênis de campo: treinamento de alto nível. Phorte, São Paulo; 1998.

  13. MATHIOVETZ, V. et al. Reliability and validity of grip and pinch strength evaluations. J Hand Surg. 1984; 9(2): 222-226.

  14. GRANER. E. A. Estatística. Ed. Melhoramentos. São Paulo, 1966, 187 p

  15. FERNANDES, A.; BOUZAS MARTINS, J.C.. Estudo comparativo da força de preensão manual entre diferentes modalidades esportivas. Coleção Pesquisa em Educação Física, N°4, junho de 2005.

  16. PETERSEN P, PETRICK M, CONNOR H, CONKLIN D. Grip strength and hand dominance: challenging the 10% rule. Am J Occup Ther. 1989;43(7):444-7.

  17. SCHMIDT RT, TOEWS JV. Grip strength as measured by the Jamar dynamometer. Arch Phys Med Rehabil. 1970;51:321.

  18. HANTEN WP, CHEN WY, AUSTIN AA, BROOKS RE, CARTER HC, LAW CA, et al. Maximum grip strength in normal subjects from 20 to 64 years of age. J Hand Ther. 1999;12(3):193-200.

  19. PEOLSSON A, HEDLUND R, OBERG B. Intra- and Inter-Tester Reliability and Reference Values For Hand Strength. J Rehab Med. 2001;33(1):36-41.

  20. MATHIOVETZ, V. et al. Grip and pinch strength: normative data for adults. Arch Phys Med Rehabil.1985; 66: 69-70.

  21. SHECHTMAN O, MANN WC, JUSTISS MD, TOMITA M. Grip strength in the frail elderly. Am J Phys Med Rehabil. 2004;83(11):819-26.

  22. MASSY-WESTROPP N, RANKIN W, AHERN M, KRISHNAN J, HEARN TC. Measuring grip strength in normal adults: reference ranges and a comparison of electronic and hydraulic instruments. J Hand Surg (Am). 2004;29(3):514-9.

  23. DURWARD, B. R. et al. Movimento funcional humano: mensuração e análise. 1. ed., São Paulo, Manole, 2001.

  24. BARBANTI, V.J. Teoria e Prática do Treinamento Esportivo. São Paulo: Edgar Blücher, 1997.

Outros artigos em Portugués

  www.efdeportes.com/
Búsqueda personalizada

EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, N° 146, Julio de 2010
© 1997-2010 Derechos reservados